quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
A Energisa, concessionária de energia elétrica que atende a maior parte de Mato Grosso do Sul, vai fazer na segunda etapa da ação humanitária de combate à fome, a doação de 1,3 mil cestas básicas a famílias de Campo Grande e do interior do estado.
Na capital serão beneficiadas famílias das sete regiões urbanas de Campo Grande: Segredo, Prosa, Centro, Bandeira, Anhanduizinho, Lagoa e Imbirussu.
A iniciativa faz parte do movimento Energia do Bem, criado pela própria empresa para viabilizar ações emergenciais que ajudem a superar a crise humanitária provocada pela Covid-19.
O ingrediente especial desta edição é o voluntariado dos colaboradores da concessionária, que contribuíram com parte dos recursos para aquisição dos mantimentos. O conceito da iniciativa é inovador, pois funciona através financiamento coletivo (matchfunding), em que, a cada real que o colaborador doa, a empresa coloca mais um real. Nessa ação, mais de um milhão de reais foram arrecadados em conjunto.
Em paralelo a essa ação, os colaboradores da Energisa Mato Grosso do Sul realizam desde maio a distribuição dos alimentos, que segue até dezembro para famílias de baixa renda e moradores de rua da Capital.
Na quarta-feira (23), o projeto Casa da Solidariedade, no Jardim Itamaracá, será contemplado, às 14h, com a doação de cem cestas para as famílias inscritas na instituição.
Na segunda quinzena de junho, a solidariedade da concessionária bateu à porta de 99 famílias assistidas pela Associação de Capacitação de Economia Solidária do Povo (ACIESP). No ano passado, essa instituição que atende mulheres vítimas de violência doméstica, produziu em parceria com a concessionária de energia mais de 65 mil máscaras de tecido para asilos e aldeias indígenas de Mato Grosso do Sul.
Moradores de mais de 20 bairros carentes passaram pela associação para retirarem as cestas. Na última sexta-feira (18), foi a vez da Organização Não Governamental ‘Obras Sociais Francisco Thiesen”, que atende crianças e adolescentes com atividades educacionais no contraturno escolar, receber a doação de 83 cestas de mantimentos.
Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa, conta que a adesão dos colaboradores ao movimento Energia do Bem foi expressiva e mostra que carregam em si os valores da empresa como o compromisso com a comunidade, o hoje e o futuro.
“Temos orgulho em ver como nossos colaboradores são engajados e querem ajudar a nossa comunidade. Com a união dos recursos estamos alcançando famílias dos quatro cantos da Capital”, completou Vinhaes. O Grupo Energisa vai doar mais de 14 mil cestas nos onze estados onde atua, totalizando 329 toneladas de alimentos.
Nesta etapa, 300 famílias de Campo Grande em situação de vulnerabilidade receberão cestas básicas. Serão 18 toneladas de alimentos que visam reduzir os efeitos causados pela pandemia que, segundo levantamento da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar, estaria fazendo que 19 milhões de brasileiros passem fome no país, especialmente os lares chefiados por mulheres em que 11,1% afirmaram estar passando fome.
Vinhaes explica que outro diferencial dessa iniciativa é a continuidade da doação, que se estenderá por mais três meses. “Ter a certeza de que nos próximos meses a família vai ter algo fundamental como a alimentação dá energia para buscar formas de suprir a renda, mas sobretudo, dá esperança de que esse momento difícil vai passar”, afirmou.
“Aproveitamos a oportunidade que a empresa nos dá para engajar outros colaboradores e ajudarem aqueles que – neste momento – precisam muito mais do que nós. Estamos empregados, trabalhando e com saúde. A pandemia ampliou o olhar das pessoas para além das suas casas e isso aconteceu com a gente também. É emocionante na distribuição que fazemos, ver a gratidão daqueles que já nem esperavam mais com quem contar. Vale qualquer sacrifício todo nosso empenho”, destaca Renata Gondin, voluntária responsável pelo projeto solidário da Energisa MS.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS