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Comércio noturno de Coxim defende lockdown até dia 13 para conter Coronavírus e

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2 de junho de 2021

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Comércio noturno defende lockdown até dia 13 para conter Coronavírus em Coxim No início da tarde desta quarta-feira (2), representantes do comércio noturno divulgaram nota à sociedade coxinense defendendo a ampliação do período de lockdown em Coxim, até o dia 13 de junho, para controle do Coronavírus (Covid-19).

A Prefeitura determinou o fechamento de todo o comércio a partir das 21 horas desta quarta-feira (2) até às 5 horas de segunda-feira (7). Entretanto, os representantes defendem que o lockdown seja estendido por mais uma semana, pois acreditam que somente desta forma a transmissão vai desacelerar.

Nesse período, somente os estabelecimentos considerados essenciais – açougues, padarias, supermercados, clínicas, farmácias, postos de saúde e serviços funerários – vão poder atender ao público. O ramo de alimentação, para humanos e animais, assim como de bebidas vão poder fazer entregas.

A nota em apoio ao fechamento é resultado de uma reunião ocorrida no final da tarde de terça-feira (1º), com o prefeito Edilson Magro (DEM), a secretária de Saúde, Salete Bell de Souza, o gerente de Vigilância Sanitária, Luiz Eduardo dos Santos, e o presidente da ACIAC (Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Coxim), Rogério Carlos dos Santos

Na oportunidade os representantes do segmento apresentaram números dos prejuízos acumulados ao longo de quase 15 meses e lamentaram o fato do comércio noturno, empregador de 120 famílias, ser visto equivocadamente como o vilão da pandemia. Foram feitas ainda algumas solicitações para as autoridades, como protocolos específicos para quem trabalha no sistema de mesas, que começam a ser discutidos na próxima semana.

A ampliação do horário, assim que a pandemia estiver sobre o controle, também foi outra reivindicação, pelo menos quatro vezes por semana. Eles explicaram que quando o horário de fechamento é fixado às 22 horas conseguem trabalhar por apenas 90 minutos, o que pode começar a inviabilizar muitas empresas daqui para frente, resultando em demissões. Quando o fechamento caí para as 21 horas os estabelecimentos praticamente pagam para abrir suas portas.

Confira nota na íntegra

O comércio noturno, rotulado equivocadamente como o vilão da pandemia de Coronavírus (Covid-19), vem a público defender a ampliação do período de restrições para controle da doença em Coxim.

Em reunião com o prefeito de Coxim, Edilson Magro, secretária de Saúde, Salete Bell de Souza, e gerente de Vigilância Sanitária, Luiz Eduardo dos Santos, representantes do segmento sugeriram lockdown até 13 de junho.

Foi reivindicado ainda protocolos específicos para quem trabalha no sistema de mesas, que serão discutidos nos próximos dias com as autoridades sanitárias, além de horário diferenciado, a ser adotado assim que o controle do Coronavírus for constatado.

Vale ressaltar que o comércio noturno, empregador de 120 famílias em Coxim, é o mais prejudicado com medidas restritivas que vem sendo impostas há 15 meses e mesmo assim está disposto a cortar, mais uma vez, a própria carne em prol do controle da doença.

Pedimos ainda que a população faça sua parte. A forma mais eficaz é seguir as orientações das autoridades sanitárias.

Assinam: Ahau - Beef Burguer - Dio Santo - Hamburgueria Paulista - Rodeio Pizzaria e Chopperia - Senzala Restaurante e Pizzaria - Tablado Bar - Viajando na Maionese

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS