quinta, 04 de junho, 2026
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Uma discussão banal por causa de uma vaga de estacionamento resultou na morte do jovem João Victor Gomes Rosa, de 21 anos. O crime aconteceu por volta de 19h30, de domingo (28), na avenida Barão do Rio Branco, na Praça das Américas, em Rio Verde de MT (MS).
O autor do homicídio foi identificado como Carlos Alberto da Rocha, de 52 anos, sargento da Polícia Militar, que encontra-se um presídio da capital aguardando julgamento.
Diante de muita polêmica, confusão e inverdades levantadas sobre o caso, o jornal Diário do Estado esteve na manhã de ontem (01) na sede do 5º Batalhão de Polícia Militar de Coxim (5º BPM) em uma audiência com o Tenente Coronel Márcio Ávalos Cabanha, comandante da corporação que esclareceu os fatos de maneira clara e objetiva.
De acordo como o comandante do 5º BPM de Coxim, Márcio Ávalos Cabanha, o policial Carlos Alberto da Rocha é um servidor da reserva da Polícia Militar do Estado e que foi designado pelo Governo do Estado através do decreto 1.906 de 26 de Abril de 2016, para compor o batalhão da PM de Rio Verde, conforme publicado no Diário Oficial 9.153 de 28 de Abril de 2016, na página 17.
Segundo Ávalos, o policial Carlos Alberto da Rocha estava servindo a Companhia de Guarda em Campo Grande onde o PM solicitou sua transferência para Coxim para servir o batalhão de Rio Verde, onde mora toda sua família, pois o direito trabalhista permite que um servidor possa atuar na região natal cumprindo sua escala de serviço. Por ser um militar da reserva que havia sido designado para voltar à ativa, Rocha recebia uma bonificação em seu salário, o que lhe permitia uma renda melhor.
Ainda de acordo com o Tenente Coronel Ávalos, no momento em que aconteceu os fatos que resultaram na morte do jovem João Victor, Rocha era um cidadão normal e havia deixado sua residência para se divertir como qualquer cidadão. Como tal, e pelos atos ilícitos que cometeu enquanto cidadão, Rocha vai responder criminalmente por seus atos tanto na esfera civil quanto na esfera militar.
Para o comandante Ávalos, a instituição da Polícia Militar não compactua em nenhum momento com estes tipos de ilícitos em sua corporação tanto que já foi aberta uma sindicância militar para punir Rocha. “Trata-se de um fato isolado. Uma fatalidade que acontece com qualquer cidadão comum. Não sabemos as circunstâncias que levaram o policial a cometer este ilícito, mas com certeza ele vai responder pelos seus atos, sem sombra de dúvidas”, finalizou Ávalos.
A tragédia que abalou Rio Verde - O Diário do Estado após esta grande fatalidade foi ouvir o comandante da PM de Coxim para saber a real função do Sargento Rocha. A transferência do policial foi feita através de um decreto publicado no Diário Oficial 9.153 de 28 de abril de 2016 assinado pelo governo do estado que designou o militar de Campo Grande onde estava lotado para Rio Verde, sua terra natal.
Tudo isso aconteceu depois de tomarmos conhecimento pessoas insensatas, sem o menor escrúpulo e respeito acabaram levando o caso para o lado político, um fato isolado e tão lamentável ocorrido com um jovem pai de família, no começo de uma vida. Alguns elementos da política rasteira, sem um pingo vergonha na cara, se esquecem que política se faz com propostas e projetos, sem se aproveitar da miséria, da violência e da dor alheia que acontece em todo o país. Isso sem dúvida nos deixa, como pais de família, chocados e inseguros.
Sendo assim, aconselhamos essa turminha do mal a trabalhar e a rezar para que fatos lamentáveis como este não venham a se repetir. (Nota da redação)
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS