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Com viaturas quebradas, PM de Camapuã usa veículos da Polícia Civil e até dos Bombeiros

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14 de junho de 2021

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Midiamax

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Após as duas viaturas da PM (Polícia Militar) do município de Camapuã, apresentarem problemas mecânicos, a guarnição começou a ser transportada por veículos da Polícia Civil e até do Corpo de Bombeiros, segundo denúncia recebida pelo Jornal Midiamax. A mesma roda teria caído duas vezes na última semana, e a oficina responsável pela manutenção já teria refeito o serviço diversas vezes, sem solucionar o problema em definitivo.

Os veículos teriam sido deixados nos fundos da sede da companhia, onde funciona também a cadeia pública da cidade, utilizada pela Polícia Civil. Esta última, como forma de dar suporte para as ocorrências atendidas pela PM, estaria fazendo o transporte dos policiais pela cidade.

“A única viatura disponível atualmente é uma [Chevrolet] Tracker, que roda mais em cima do guincho do que em patrulhamento. Sabemos que os policiais ao ingressarem na PM fazem um juramento de defender a sociedade mesmo com o risco da própria vida, mas será que está incluso acidente por falta de manutenção?”, questiona um funcionário, que não será identificado por motivos de segurança.

A denúncia ainda afirma que os policiais estariam sofrendo represálias por parte da administração superior do comando, e que a cidade possui “um relevo ‘montanhoso’ e uma viatura em mal estado de conservação coloca em risco não só os militares mas também a população”.

No quartel também funciona a cadeia pública da cidade, de responsabilidade da Polícia Civil. Contudo, moradores afirmam que é perceptível que os muros não ultrapassam 1,5 metros, o que estaria gerando insegurança dentro do próprio espaço físico da PM.

Ainda segundo o documento obtido pelo Jornal Midiamax, o padre da cidade teria feito um post nas redes sociais pedindo por mais segurança. “Vejo o esforço desses coitados aqui. Posso dizer que eles são muito julgados pelas outras pessoas que desconhecem a realidade”, afirma um morador, que preferiu não se identificar.

Por fim, a denúncia afirma que, no município, o conserto de viaturas não estaria seguindo os procedimentos de vistoria e perícia obrigatórios após a manutenção, na DGPC (Delegacia Geral da Polícia Civil), sendo enviadas para uma oficina da região. Contudo, os defeitos estariam sendo “arrumados com parafusos”, e atrasando o prazo de entrega definitivo – e consequente utilização nas ruas – por precisarem passar por manutenção constantemente, com o mesmo profissional.

Outro lado

Por meio de nota, a assessoria de imprensa da PMMS afirmou que já foi disponibilizado reforço às atividades de Camapuã, pertencente à 12ª Companhia, “com o envio de viaturas para o patrulhamento, enquanto é feita a manutenção periódica dos veículos da Unidade”. Além disso, explicou que o processo de escolha dos locais para manutenção dos veículos oficiais é feito conforme dispositivo legal, através de leilão reverso.

Já em relação ao transporte da guarnição em outras viaturas, a instituição esclareceu que “embora não seja convencional o transporte em veículos de outras forças, a exemplo do Corpo de Bombeiros e Polícia Civil, não há impedimentos para que seja feito, considerando que todos pertencem à Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), e são órgãos responsáveis pela segurança do Estado”.

Por mim, finaliza os esclarecimentos reforçando que “os policiais realizam o trabalho através do policiamento ostensivo a pé, em motocicletas, automóveis e tantas outras formas, para proporcionar segurança à comunidade, de acordo com as especificidades locais”.

A Polícia Civil, por sua vez, afirmou que a viatura da PM teria enfrentado problema mecânico no domingo (6) à noite, e os militares transportados em viaturas da PC nos dois dias seguintes, período necessário para o conserto. “Lembrando que são cidades pequenas e com prédios próximos, então a PC acabou auxiliando a PM no atendimento à população, porque é um ato de extrema solidariedade que objetivou o atendimento à população”, afirma o diretor do Departamento de Polícia do Interior, delegado Lupércio Degerone Lúcio.

A reportagem entrou em contato com a assessoria do Corpo de Bombeiros, que no prazo de 48 horas, ainda não se pronunciou sobre o assunto. O espaço continua aberto para futuro esclarecimento.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS