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Com remuneração de 1,1 mil, TRT oferece estágio para 11 cursos em 18 municípios

Jornada de trabalho é de quatro horas diárias, de segunda a sexta-feira

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5 de abril de 2022

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CE/PCS

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O Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região (TRT 24ª Região) está com inscrições abertas para estágio em nível superior em 18 municípios de Mato Grosso do Sul.

A remuneração mensal é de R$1.000,00, com acréscimo diário de R$8,20 para vale-transporte.

A carga horária de é 20 horas semanais, sendo quatro horas de segunda a sexta-feira.

Em Campo Grande, as vagas são para acadêmicos dos cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Biblioteconomia, Publicidade e Propaganda, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Civil, Jornalismo, História, Enfermagem e Informática.

As vagas são para os cursos de Direito e Ciências Contábeis nos municípios de Aquidauana, Dourados, Ponta Porã, Fátima do Sul, Jardim, Rio Brilhante, Amambai, Nova Andradina, Naviraí, Mundo Novo, Três Lagoas, Paranaíba, Chapadão do Sul, Bataguassu, Corumbá, Coxim e São Gabriel do Oeste.

Do total de vagas, 40% são para cotas, sendo 30% para negros e pardos e 10% para estudantes com deficiência.

As inscrições, que devem ser feitas neste site, vão até 24 de abril. A prova será realizada em 7 de maio em cidades do interior e em 8 de maio em Campo Grande, das 8h às 12h.

A prova será automaticamente finalizada às 12h em ponto e questões em branco não serão computadas. O gabarito será divulgado em 9 de maio.

O resultado final será divulgado em 24 de maio. Confira aqui o edital completo.

O candidato terá dois minutos para responder e clicar em "salvar" em cada questão. Confira aqui o conteúdo programático de cada área do conhecimento que será cobrado na prova.

A seleção será realizada de maneira on-line, em duas etapas, através da plataforma Agência Super Estágios. Não há cobrança para taxa de inscrição.

Para realizar o cadastro, o inscrito deve:

Possuir em mãos o Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Efetuar cadastro como "estudante", neste site.

Preencher formulário neste site.

Anexar histórico escolar e declaração de matrícula, contendo o coeficiente de rendimento do aluno.

As regras para participar do processo seletivo são:

Estudantes com 16 anos ou mais podem se inscrever, desde que estejam cursando do terceiro semestre em diante.

Candidatos que estiverem cursando o penúltimo e o último semestre do curso não serão admitidos.

Para os cursos com duração de três anos, serão admitidos candidatos que estejam no primeiro ano, desde que frequentem o segundo semestre, no mínimo.

Candidatos de cursos inferiores a três anos não serão aceitos.

O estágio tem duração mínima de seis meses e máxima de 24 meses.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS