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Com investimento de R$ 2,3 milhões, governo vai construir ponte de concreto em Porto Murtinho

A empresa vencedora da licitação terá o prazo de 210 dias (7 meses) para concluir a obra, logo depois de receber ordem de serviços pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos).

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13 de outubro de 2021

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Leonardo Rocha, Subcom

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Para melhorar a infraestrutura e logística da região, o Governo do Estado irá investir R$ 2,3 milhões na construção de ponte de concreto no município de Porto Murtinho, que será implantada sobre o Rio Branco. O contrato foi assinado e publicado nesta quarta-feira (13), no Diário Oficial do Estado.

A empresa vencedora da licitação terá o prazo de 210 dias (7 meses) para concluir a obra, logo depois de receber ordem de serviços pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). Os investimentos serão feitos com recursos do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul).

A ponte de concreto sobre o Rio Branco, em Porto Murtinho, terá a extensão de 55 metros, com 6 metros de largura, localizada em rodovia vicinal. O contrato é no valor de R$ R$ 2.331.214,85.  Se trata de mais um investimento em infraestrutura na região de fronteira do Estado.

“Uma ponte representa dois importantes fatores redução de custo e aumento da segurança. Mais uma obra de infraestrutura, que além de ajudar na logística e escoamento da produção, também visa dar mais qualidade de vida, geração de oportunidades, de emprego e de renda e, por isso, temos várias obras em execução, atendendo as demandas dos municípios”, afirmou o secretário de Infraestrutura, Eduardo Riedel.

Prioridade

Desde o início da atual gestão, o governador Reinaldo Azambuja definiu que uma das prioridades na área de infraestrutura era a troca de pontes de madeira por concreto, para dar mais segurança e facilitar o acesso a diferentes locais, assim como escoamento da produção.

Segundo a Agesul, investimento em implantação, restauração e construção das pontes de concreto ultrapassam R$ 1,8 bilhão desde 2015. O governo do Estado tem como meta entregar 163 pontes de concreto em Mato Grosso do Sul até o final 2022. De 2015 até 2018 já foram feitas 100 pontes de concreto à disposição da população e mais 63 estão em fase de projeto ou já em execução.

Muitos municípios já foram contemplados ou estão com obras em pontes, entre eles Guia Lopes da Laguna, Paranhos, Nioaque, Jardim, Rio Verde de Mato Grosso, Bela Vista, Dourados, Costa Rica, Aral Moreira, Anastácio, Rio Brilhante, Tacuru, Amambai, Caarapó, Maracaju, Japorã, Iguatemi, Novo Horizonte do Sul, Tacuru, Porto Murtinho.

Assim como Amambai, Deodápolis, Sete Quedas, Coronel Sapucaia, Jateí, Juti, Naviraí, Dois Irmãos do Buriti, Eldorado, Ivinhema, Camapuã, Cassilândia, Coxim, Paranaíba, Ponta Porã, Aquidauana, Bandeirantes, Gloria De Dourados, Rio Negro, Corumbá, Agua Clara, Bodoquena, Paraíso Das Aguas, Batayporã, Pedro Gomes, Corguinho, Campo Grande e Laguna Carapã. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS