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Com foco nos profissionais da saúde, SES promove seminário sobre hepatites virais

Em alusão a Campanha "Julho Amarelo”, a SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da área técnica de IST/Aids e Hepatites Virais realiza o "1º Seminário Sul-Mato-Grossense de Hepatites Virais" com apoio do município de Campo Grande.

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28 de julho de 2023

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Kamilla Ratier, SES

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Em alusão a Campanha "Julho Amarelo”, a SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da área técnica de IST/Aids e Hepatites Virais realiza o "1º Seminário Sul-Mato-Grossense de Hepatites Virais" com apoio do município de Campo Grande. O seminário acontece, nesta sexta-feira (28), às 13h20, no Auditório LAC, localizado na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), na Capital.

Segundo a gerente de IST/Aids e Hepatites Virais da SES, Alessandra Salvatori, as hepatites virais são doenças que representam um grande problema de saúde pública no Brasil e no mundo por serem doenças que nem sempre apresentam sintomas e, por isso, a dificuldade do diagnóstico e do tratamento em tempo oportuno.

“Para prevenir as hepatites virais é importante ter as medidas de higiene pessoal e de saneamento básico, evitar o compartilhamento de materiais de uso pessoal, como escova de dente e alicate de unha, além de utilizar preservativo em todas as relações sexuais”, explica Salvatori.

A SES auxilia os municípios em ações importantes a fim de fortalecer a luta contra as hepatites virais. Entre as principais ações estão:

  • Distribuição de testes rápidos para triagem das hepatites virais para todos os munícipios;
  • Distribuição de insumos de prevenção (preservativo externo e interno e gel lubrificante);
  • Distribuição de medicamentos para os munícipios sede de SAE (Serviços de Atendimento Especializado) com objetivo de proporcionar o tratamento em tempo e forma adequada;
  • Distribuição das vacinas para hepatite tipos A e B.
  • "Julho Amarelo" é o mês de conscientização e combate às hepatites virais e o Dia Mundial das Hepatites Virais, comemorado no dia 28 de julho. Assim, a SES alerta para o avanço da doença e reforça sobre a importância da conscientização da população com a adoção de medidas de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento.

    1º Seminário Sul-Mato-Grossense de Hepatites Virais

    Durante o ‘1º Seminário sul-mato-grossense de Hepatites Virais’ serão abordados assuntos de relevância para que o Estado consiga alcançar a meta de eliminação das hepatites B e C como problema de saúde pública até o ano de 2030. Participam do evento profissionais de saúde dos 79 municípios do estado.

    Confira a programação:

    13h20 –  Perfil Epidemiológico Brasil / MS / CG

    Eliane Maria da Silva

    Gerente Técnica Hepatites Virais IST / SESAU

    13h40 –  Epidemiologia Brasil e as populações da nossa região

    Dra. Ana Rita Coimbra

    Professora FACFAN – UFMS / FIOCRUZ - MS

    14h40 – Debate e perguntas

    15 horas – Eliminação das hepatites virais como problemas de saúde pública até 2030

    Dra. Silvia Naomi de Oliveira Uehara

    Médica Infectologista / FAMED / UFMS – Ministério da Saúde - MS

    16 horas – Debate e perguntas

     16h20 – Encerramento.

    Confira a programa completa

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    Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

    Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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    Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

    O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

    Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

    Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

    Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

    “Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

    O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

    O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

    Qualidade de vida

    Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

    Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

    Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

    Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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    Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

    Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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    Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

    Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

    Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

    A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

    De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

    A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

    O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

    A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

    G1 MS