quinta, 04 de junho, 2026
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Em 2024, Mato Grosso do Sul não terá a tradicional Semana do Saco Cheio nos seus moldes já há tanto tempo conhecidos pela população do Estado. Com os feriados dos dias 11 e 12 de outubro caindo numa sexta-feira e sábado, o feriadão perderá força.
Veja como ficará.
Anualmente, Mato Grosso do Sul aproveita a proximidade das datas do feriado pela criação do Estado, em 11 de outubro, e do Dia de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, para promover paralisação em órgãos públicos, entidades, autarquias e fundações.
O que diz o Governo do Estado
Até o momento, o calendário estadual prevê suspensão das atividades em alusão a esses feriados somente nos dias 11 e 12, ou seja, sexta e sábado.
No entanto, o calendário escolar da SED (Secretaria Estadual de Educação) prevê como feriado os dias 11, 12 e 16 (quarta-feira).
Isso porque os dias 14 (segunda) e 15 (terça) serão de APCs (atividades pedagógicas complementares), que são realizadas pelos alunos da REE (Rede Estadual de Ensino) em casa, de maneira remota.
Ou seja, apesar de o dia ser considerado letivo, não são promovidas atividades presenciais nas escolas.
No entanto, a situação pode mudar. Caso o Governo do Estado decida, nos próximos dias, decretar feriado para o período, aí a orientação muda quanto a isso para as escolas e o feriadão para alunos e servidores irá do dia 11 ao dia 16 de outubro.
Inicialmente, a SED informou que não há previsão de antecipação.
O que diz a Prefeitura
A Prefeitura Municipal de Campo Grande também estabelece funcionamento normal de seus órgãos, entidades e instituições ao longo da semana que antecede o feriado de 11 de outubro.
Sendo assim, a paralisação das atividades de rotina só ocorreria na sexta-feira (11) e no sábado (12). Lembrando que nenhum serviço essencial fecha as portas, como o funcionamento de UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) ou Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
Já no caso das escolas, a Semed (Secretaria Municipal de Educação) afirma que, conforme o calendário escolar de 2024, não haverá aulas no dia 11, nem no dia 14, quando serão desenvolvidas atividades não presenciais.
Além disso, também não haverá aulas no dia 15 (terça), dia em que se comemora o Dia do Professor, e também no dia 16 (quarta).
No caso da quarta-feira (16), será ponto facultativo e haverá suspensão das aulas em alusão ao Dia do Servidor Público que, na verdade, é celebrado todo dia 29 de outubro. No entanto, a data foi alterada para contemplar a Semana do Saco Cheio.
Já nos dias 17 (quinta) e 18 (sexta), as aulas na Reme (Rede Municipal de Ensino) voltam a ocorrer normalmente.
Veja como fica o calendário
Para o Estado:
Dias 11 (sexta), 12 (sábado) e 13 (domingo): feriado. Dias 14 e 15 (segunda e terça): dias úteis, mas sem aulas presenciais nas escolas da REE (Rede Estadual de Ensino). Dia 16 (quarta): possibilidade de ponto facultativo se houver antecipação do Dia do Servidor Público.
Para Campo Grande:
Dias 11 (sexta), 12 (sábado) e 13 (domingo): feriado. Dias 14 e 15 (segunda e terça): dias úteis, mas sem aulas presenciais nas escolas da Reme (Rede Municipal de Ensino). Dia 16 (quarta): possibilidade de ponto facultativo se houver antecipação do Dia do Servidor Público.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS