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DELEAGRO
O registro de furto de gado em Mato Grosso do Sul reduziu em 10% no primeiro trimestre desse ano em comparação ao mesmo período de 2021. A diminuição é reflexo das ações do Governo do Estado para segurança na zona rural, com a criação da Delegacia Especializada de Combate a Crimes Rurais e Abigeato (Deleagro) e do programa “Campo Mais Seguro- Policiamento Rural”.
4 de junho de 2022
Airton Raes, Subcom
O registro de furto de gado em Mato Grosso do Sul reduziu em 10% no primeiro trimestre desse ano em comparação ao mesmo período de 2021. A diminuição é reflexo das ações do Governo do Estado para segurança na zona rural, com a criação da Delegacia Especializada de Combate a Crimes Rurais e Abigeato (Deleagro) e do programa “Campo Mais Seguro- Policiamento Rural”.
Criada em abril do ano passado, a Deleagro atua na repressão e investigação de crimes como o abigeato, que se trata de furtos de animais domésticos no campo e nas fazendas, principalmente de gado, assim como, crimes como subtrações de insumos, defensivos e maquinários agrícolas.
O titular da Deleagro, delegado Mateus Zampieri, explica que nesse período a delegacia tem atuado intensamente com a realização de operações, desarticulando quadrilhas, mapeando as ocorrências e intensificando serviços de inteligência. “Por ser uma delegacia especializada conseguimos focar na resolução desses crimes, refletindo na redução das ocorrências”, disse.
No ano passado, a Deleagro realizou duas grandes operações contra abigeato desarticulando as maiores quadrilhas especializadas em furto de gado em Mato Grosso do Sul. “Isso impactou na redução direta no furto de animais no Estado. Atrelado ao mapeamento das atividades e monitoramento constante conseguimos inibir esse crime”, disse. No primeiro trimestre de 2022, o número de registro de boletins de ocorrência de crimes de abigeato apresentou redução de 10% ao mesmo período de 2021.
Desde a sua criação, a Delegacia Especializada de Combate a Crimes Rurais e Abigeato realizou quinze operações especiais contra delitos agrários em mato Grosso do Sul. O adjunto da Deleagro, delegado Pablo Gabriel Farias da Silva, destacou que além de levar da prisão dos envolvidos, também serve para identificar os criminosos e quais áreas especificas atuam. “O serviço de inteligência e mapeamento é essencial para entendermos o funcionamento desses crimes no Estado”, pontuou.
Na última quinta-feira (2.6), a Deleagro, em parceria com a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Fronteira (Defron) desencadearam a segunda fase da Operação Geoagro, contra quadrilha especializada no furto e receptação de equipamentos de alta tecnologia utilizados na agricultura. “Observamos a criação de um mercado clandestino desses equipamentos na agricultura de alta precisão. Agimos rapidamente para desarticular esse crime”, explicou Zampieri.
O Governo do Estado também organizou o "Programa Campo Mais Seguro - Policiamento Rural" da Polícia Militar, com objetivo de monitorar as propriedades rurais, com auxilio de tecnologia de georreferenciamento. Policiais militares foram treinados e capacitados para atuar no patrulhamento rural em todos os biomas de Mato Grosso do Sul, do Pantanal ao Cerrado.
O presidente do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni, enfatizou que as ações na segurança pública realizadas pelo Governo do Estado tem sido benéficas para a sociedade. “São muitas as ações do Governo de MS voltadas à segurança nas áreas rurais. Com a criação da Deleagro e com a intensificação do patrulhamento rural, temos um reforço das medidas de segurança em Mato Grosso do Sul, que já são realizadas com bastante eficácia, sendo essenciais para o avanço da agropecuária de nosso estado. Enquanto os produtores rurais estão fazendo seu trabalho no campo, as forças de segurança estão atuando por meio de um sistema especializado, com monitoramento ostensivo e inteligência operacional, defendendo os produtores com iniciativas de prevenção e combate à criminalidade”, afirmou.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS