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Com aumento de casos, 56 das 79 cidades do Estado tiveram novos registros de covid-19

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20 de janeiro de 2022

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MSGOV

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Com o aumento de casos de Covid-19 no Mato Grosso do Sul, 56 das 79 cidades do Estado tiveram registros da doença, no último boletim divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), na quarta-feira (19). As autoridades alertam a necessidade de manter as medidas de biossegurança, assim como procurar as unidades de saúde para completar o ciclo de imunização.

No primeiro boletim do ano, divulgado em 3 de janeiro, apenas 14 cidades do Estado registraram novos casos de Covid, o que representa aumento de 300% ao fazer esta comparação, em relação a incidência nas cidades. Trata-se de mais um indicativo que demonstra o crescimento substancial da doença.

Já a média móvel de mortes na última semana está em 3,1, contra 1,1 do primeiro boletim do ano em janeiro. Nesta quarta-feira foram registrados quatro novos óbitos, nas cidades de Campo Grande, Corumbá, Dourados e Coxim.  Segundo a SES, o recorde de óbitos devido a doença continua sendo 10 de abril do ano passado, quando a média estava em 56,7.

Uma das principais preocupações das autoridades é sobre o aumento de internações, que chegou a 204, sendo 60 em leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), assim como o crescimento da taxa de positividade nos testes feitos para Covid, que nos primeiros dias de janeiro estava em 10%, 6,6% e 14,5% e agora chegou a faixa de 50,1%, ou seja, metade dos exames feitos tem dado resultado positivo.

Vacinação

As autoridades destacam que a imunização continua sendo a melhor alternativa para conter a Covid-19, e assim evitar internações e mortes devido a doença. Em Mato Grosso do Sul 91% da população adulta já está com a imunização completa, enquanto que 60% dos idosos já tiveram acesso a dose de reforço.

“O Estado atingiu marca de vacinação de 91,7% de 18 anos acima, completamente imunizados, e isso é importante para que a gente não tenha ocupação de maneira tão agressiva nos leitos hospitalares”, destacou o presidente do Comitê Prosseguir, o secretário Eduardo Riedel.

Já entre os adolescentes de 12 a 17 anos, 87% tomaram a primeira dose e 65% chegaram a imunização completa. Iniciada no último sábado (15), a imunização das crianças de 5 a 11 anos já tiveram mais de 7 mil doses aplicadas segundo o “Vacinômetro”.

Desde o início da imunização, o governador Reinaldo Azambuja incentivou a vacinação, assim como a realização de mutirões nos municípios, com o lema “vacina no braço e não na geladeira”. Mato Grosso do Sul tornou-se destaque nacional pela aplicação das doses e distribuição dos imunizantes em tempo recorde aos municípios.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS