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Com atenção e cuidado, Projeto Bombeiros do Amanhã beneficia 850 crianças e adolescentes em MS

Com núcleos de atendimento em Campo Grande e outros 15 municípios de Mato Grosso do Sul, o projeto “Bombeiros do Amanhã” atende 850 crianças e adolescentes. A ação é para o público entre 9 e 14 anos, em situação de vulnerabilidade.

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12 de junho de 2023

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Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS

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Com núcleos de atendimento em Campo Grande e outros 15 municípios de Mato Grosso do Sul, o projeto “Bombeiros do Amanhã” atende 850 crianças e adolescentes. A ação é para o público entre 9 e 14 anos, em situação de vulnerabilidade.

Na Capital os 60 meninos e meninas participam do projeto no Parque Tarcila do Amaral, no Bairro Vida Nova II. Mais do que apender sobre primeiros socorros, o trabalho social muda – para melhor - a vida das crianças e adolescentes.

O subtenente Jair Viana e a cabo Lauane Kalisch são tratados com respeito pelos alunos, de acordo com o que a função de Bombeiro Militar exige, mas ambos falam com carinho dos jovens e reconhecem a importância que exercem na vida dos “Bombeiros do Amanhã”.

“É um projeto de vínculo, muitos têm carência afetiva mesmo, são criados sem a presença dos pais, e os avós e até vizinhos que são os responsáveis. Então a gente sabe que muitos precisam de direcionamento, acompanhamento próximo. A gente se preocupa com o futuro deles”, disse o subtenente J. Viana.

Até mesmo orientações sobre saúde e higiene são importantes, e no caso das meninas a responsabilidade é cumprida pela cabo Lauane. “Temos muitas meninas no projeto, e eu exerço esse papel de ajudar, orientar. É realmente um cuidado e um elo que a gente cria com eles”.

Além das atividades regulares realizadas no período matutino – de segunda a sexta-feira –, os jovens também fazem passeios e recebem apoio pedagógico. “Já levamos no Bioparque Pantanal, cinema, e outros lugares, e em relação as notas, temos um cuidado grande, para que eles se saiam bem na escola”, explicou J. Viana.

Já de olho no futuro, os “Bombeiros do Amanhã” aproveitam cada dia no projeto para aprender e agradecer. “Eu gosto de tudo, até de marchar porque é bom para a saúde. Eu passei a ter disciplina e coordenação, é muito bom e fico feliz de poder participar”, disse Pedro Pereira, 10 anos.

Aluno do 5° ano do ensino fundamental da Escola Municipal Nerone Maiolino, ele afirma que conhece e obedece às regras do projeto. “Quando eu entrei aqui eu já tinha boas notas, e também não gosto de bagunçar na escola. Tem que ser bom aluno e eu sou”.

Anny Beatriz Matis, 11 anos, é aluna do 7° ano da Escola Municipal Nazira Anache – no Bairro Jardim Anache, que também é na região –, e participa do projeto junto com outros dois primos. “É muito bom para a gente, além de aprender, fazemos muitas coisas legais”.

Além de aprender as regras de comportamento, os alunos também são ensinados sobre como agir em situações de perigo real. “Quando há um acidente doméstico ou mesmo quando um botijão de gás está com fazendo e fogo, eles sabem como agir”, explicou J. Viana.

Iniciado em 1993, na Capital, o “Bombeiros do Amanhã” já atendeu mais de 1,5 mil crianças e adolescentes em 30 anos de existência. Alguns alunos iniciam na ação com 9 anos e só saem quando completam 14 anos.

“Temos uma parceria com o Instituto Mirim, e nossos alunos conseguem ingressar para serem encaminhados ao mercado de trabalho logo que completam o tempo no “Bombeiros do Amanhã”, a gente pensa em tudo para que eles consigam estudar e trabalhar, é um direcionamento para a vida deles”, pontuou J. Viana, explicando que no interior o projeto foi expandido há quatro anos, em locais onde já havia quartel do Corpo de Bombeiros Militar.

O diretor de ensino do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Fábio Catarineli, explica que em todo o Estado são atendidas 850 crianças por ano. “Em Aquidauana, por exemplo, temos um atendimento destaque junto com o Instituto Federal (IFMS) com 120 crianças e adolescentes, que passaram a ter iniciação em robótica. Além de todas as possibilidades e atividades vinculadas, de noções de primeiros socorros, combate a incêndio, o projeto agrega valores a cada um deles”.

“A nossa área de atuação do nosso grupamento é muito grande e tem vários bairros periféricos, por isso executamos o projeto. Observamos pelos relatos dos alunos, familiares que há uma grande melhora, uma transformação das crianças que participam. É muito gratificante fazer parte disso”, afirmou o tenente-coronel Aldinei Peres da Silva, comandante do 6° Grupamento de Bombeiros Militar de Campo Grande.

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS