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Com aproximação do fim do ano, bombeiros alertam que rios e lagos não foram feitos para nadar

Com a aproximação do fim do ano, quando muitas pessoas viajam para locais com piscinas e rios, o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul alerta para que os cuidados sejam redobrados neste período. 

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16 de novembro de 2021

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Correio do Estado MS - Izabela Cavalcanti

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Com a aproximação do fim do ano, quando muitas pessoas viajam para locais com piscinas e rios, o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul alerta para que os cuidados sejam redobrados neste período.  No entanto, ressalta que rios e lagos não são para nadar.

O alerta vem sobretudo após Lucas de Jesus Benites, de 24 anos, morrer afogado no lago do condomínio Nasa Park, - localizado em Jaraguari -, município a 44 km de Campo Grande. O caso aconteceu na tarde do último domingo (14).

"Nesse mês e no próximo mês pode ocorrer muitos afogamentos, porque o pessoal está frequentando muito. Calor, pós-pandemia, tem vários fatores, o pessoal quer frequentar, quer se divertir, mas tem que ser com segurança", orientou o major Fábio Pereira de Lima.

É necessário que o local tenha dispositivos de segurança, como: coletes, boias, placa de sinalização, guarda vidas, entre outros.

DISTÂNCIA DE SEGURANÇA

Ainda conforme orienta o major, quando a água bate no umbigo de uma pessoa adulta, o sinal já é de alerta.

"Ficou mais que isso já coloca em risco o banhista que está no local", ressaltou.

Em relação às crianças, a distância de segurança é apenas um braço.

"Nós orientamos que os pais ou responsáveis, não tirem os olhos jamais das crianças. A criança tem que ficar a distância de um braço do pai", completou.

COMO AGIR

Nos casos em que outra pessoa presenciar alguém se afogando, o Corpo de Bombeiros orienta que não seja feito o salvamento a nado.

A preferência é que seja jogado objetos, como cordas, boias, mangueiras e galhos, ou seja, tudo que a vítima consiga se segurar para ser puxada para fora da água.

OUTRAS ORIENTAÇÕES

O Corpo de Bombeiros aconselha também que não seja feito nenhum tipo de brincadeira e nem frequente locais desconhecidos.

Quando for feito o uso de bebidas alcoólicas, é recomendado para que o banhista não entre na água.

"Ao consumir bebida alcoólica, o reflexo diminui, então ele vai perder a noção e os reflexos em relação a segurança, podendo se afogar com facilidade", explicou o major Fábio Pereira.

Ainda referente as crianças, é importante tomar cuidado com baldes de água nas residências, o que também pode provocar afogamento.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS