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Geral
Com ajuda e incentivo do governo do Estado, o setor de bares e restaurantes está aumentando as contratações e retomando o movimento antes da pandemia no Estado.
21 de outubro de 2021
Leonardo Rocha, Subcom
Com ajuda e incentivo do governo do Estado, o setor de bares e restaurantes está aumentando as contratações e retomando o movimento antes da pandemia no Estado. Este cenário só foi possível com a ampliação da vacinação, que permitiu a redução das restrições, assim como o fim do toque de recolher.
“Nosso setor mostrou superação nos momentos mais difíceis, em que tivemos que fechar as portas, ou reduzir o atendimento e sempre reagiu rapidamente quando retomou as atividades”, afirmou Juliano Wertheimer, presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Mato Grosso do Sul). Ele destacou que o diálogo com o Governo Estadual foi essencial para a retomada. “Com isso, temos boas expectativas para o final do ano”.
Wertheimer reafirmou que a entidade acredita na retomada das atividades e ressalta a importância das medidas que apoiem os empresários neste momento e contribuam com o fortalecimento do setor, que foi um dos mais impactados ao longo da pandemia.
Para o presidente da Fecomércio MS, Edison Araújo, neste momento de retomada da economia é crucial que governos, líderes representativos e empresários do setor se fortaleçam para criar um ambiente de negócios favorável no pós-pandemia.
“Estamos falando de um setor que foi um dos mais prejudicados, que amargou queda de 85% no faturamento. Muitos empresários não puderam honrar a folha de pagamento. Desde início deste ano, juntamente com outros representantes do setor produtivo nos debruçamos para viabilizar alternativas para alavancar o setor, que hoje tem 6.746 bares, restaurantes e estabelecimentos congêneres”, disse Araújo.
Ele ressaltou que as medidas estaduais foram importantes para o setor. “A não cobrança de ICMS por parte do Governo do Estado é um importante passo, o auxílio emergencial por seis meses para os trabalhadores desse setor e a isenção do IPVA para os carros das empresas mostram a boa vontade do Governo em cooperar”. Também citou a oferta de qualificação de mão de obra por meio do Senac Turismo e Gastronomia, com alguns gratuitos, como: técnico de bar, restaurante e o de técnico em hospedagem.
Retorno das atividades
Os músicos também já se beneficiam com o retorno das atividades nos bares, restaurantes e eventos. “Já a partir de setembro o telefone começou a tocar mais e voltaram os shows e eventos. Posso dizer que já estamos em 80% do que era antes e esperamos até o final do ano chegar até 100%. As agendas estão voltando, assim como muitas festas particulares também”, ressaltou o cantor Gideão Dias.
O músico Marcos Hoker destacou que com este retorno gradual os artistas voltaram estão se organizando e os contatos voltando a aparecer. “Ficamos muito tempo parado, por isso alguns estão voltando a ensaiar, outros mudaram de atividade e estão pensando em voltar e assim o mercado vai reaquecendo”.
Ele acredita que a partir de janeiro do ano que vem todas as atividades, shows e apresentações terão voltando ao ritmo de antes. “Já se pensa em carnaval, retorno dos festivais e até o poder público já começa a contratação de eventos, por isso a tendência é melhor ainda mais”.
Auxílio e incentivo
Para ajudar o setor o governador Reinaldo Azambuja promoveu uma série de medidas ao longo da pandemia para “amenizar” as perdas dos empresários e profissionais, entre elas o não pagamento de ICMS de bares e restaurante no começo do ano, que inclusive contou com a prorrogação por mais 90 dias, após o fim do decreto.
O setor também entrou dentro do programa “Retoma MS”, que prevê investimento de R$ 1 bilhão do governo do Estado para ajudar os segmentos que mais sofreram e tiveram prejuízos durante a pandemia. Este pacote de ações foi lançado em junho deste ano, tendo como foco três eixos: auxílio financeiro, medidas fiscais e microcrédito orientado.
Dentro deste pacote, profissionais e empreendedores de bares e restaurantes puderam se cadastrar no programa “Incentiva + Turismo”, que prevê o pagamento de auxílio financeiro de R$ 1 mil, por um período de seis meses, para ajudar aqueles que precisam desta ajuda do governo do Estado.
O setor também foi contemplado com isenção total de ICMS até dezembro de 2022, para os bares e restaurantes que fazem parte do “Simples Nacional”, o que representa 95% dos estabelecimentos, atingindo até 6 mil empresas. Já os demais terão a redução da alíquota de 7% para 2%. Neste pacote ainda entrou a isenção de IPVA a veículos veiculados a bares e restaurantes.
Outro programa disponível é o “+Crédito MS”, que prevê o empréstimo de até R$ 30 mil, sem cobrança de juros e correção monetária nas transações financeiras. O valor pode ser parcelado em até 24 vezes, com seis meses de carência, a pequenas empresas com renda ou faturamento de até R$ 360 mil por ano.
“Estamos entre os estados com melhor desempenho na imunização da população, graças à nossa logística de distribuição. Junto com isso lançamos esse pacote para retomada da economia, estendendo as mãos aos setores mais atingidos pela pandemia. Com isso, Mato Grosso do Sul se prepara para um novo tempo”, descreveu o governador Reinaldo Azambuja.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS