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Com apoio do Governo, IBGE inicia treinamento com instrutores para realização do Censo 2022

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) iniciou os treinamentos dos instrutores e alunos para realização do Censo 2022. Em Mato Grosso Sul as atividades começaram no dia 02 de maio e seguem até o dia 13. A capacitação no Exceler Plaza Hotel, em Campo Grande.

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10 de maio de 2022

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Leonardo Rocha, Subcom

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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) iniciou os treinamentos dos instrutores e alunos para realização do Censo 2022. Em Mato Grosso Sul as atividades começaram no dia 02 de maio e seguem até o dia 13. A capacitação no Exceler Plaza Hotel, em Campo Grande.
Participam desta primeira fase de treinamento 62 pessoas na Capital, que são representantes de 25 cidades. Estes instrutores são capacitados com informações teóricas e operacionais, para depois levar este conhecimento a toda cadeia de produção do Censo 2022, que será realizado de 1° de agosto a 31 de outubro em todo Estado. 
Já estão marcados novos treinamentos a instrutores, supervisores e aos recenseadores contratados nos meses de junho e julho, antes de começar a coleta de informações nos domicílios. “Este é o primeiro treinamento centralizado aqui em Campo Grande, depois em junho teremos novas capacitações em 25 cidades e em julho nas 76 cidades com os recenseadores”, explicou o coordenador operacional do Censo em Mato Grosso do Sul, Alex Uchôas.
 Ele destacou que serão 3 mil pessoas envolvidas no Censo 2022 no Estado, sendo 2.524 recenseadores contratados para fazer a coleta de dados. “Já em junho haverá coleta no entorno dos municípios pelos supervisores, que não envolve a população, depois em agosto começa a coleta de dados nos 70 mil domicílios do Estado”, explicou.
O Governo do Estado será parceiro do IBGE na realização do Censo, oferecendo postos de coleta e locais de treinamentos descentralizados, cedidos pela Secretaria Estadual de Educação (SED). “O Governo tem sido um grande parceiro na preparação do censo. Toda nossa estrutura é baseada na cooperação entre os entes municipais e do Estado”, descreveu Uchôas. 

Retrato da Realidade
Após ser adiado em função da pandemia, o Censo 2022 tem a intenção de retratar a realidade do Brasil, com dados atualizados que vão subsidiar o poder público, setor privado e população.
“A expectativa é cumprir a missão do IBGE, que é retratar a realidade do Brasil. Este treinamento é muito importante porque é o primeiro centralizado, que está formando uma cadeia para as próximas etapas, até chegar aos recenseadores, que vão coletar os dados nas residências”, afirmou Sely Batista Cavalcante, coordenadora de pesquisa do Censo. (Leonardo Rocha, Subcom)

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS