quinta, 04 de junho, 2026
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Desde 2017, Mato Grosso do Sul vem expandindo consideravelmente a adesão à energia solar. Em 2019 o crescimento de micro e mini usinas fotovoltaicas de geração distribuída instaladas em relação a 2018 chegou a 400%. Dessa forma, o Estado tem se destacado na geração de energia limpa e renovável.
Em visita recente ao Estado, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, destacou que Mato Grosso do Sul é referência nacional em energia renovável. “Mato Grosso do Sul tem se destacado em âmbito nacional por criar um ambiente de negócios favorável a investimentos. O Estado é referência em energia renovável, seja ela da biomassa, seja ela solar”, disse.
Dados da Associação Movimento Solar Livre mostram que em 2020 foram instaladas 7.720 unidades de geração distribuída, aumento de 87% em relação a 2019, ano em que foram 4.122 unidades instaladas. De 2017 a 2019 o crescimento anual ultrapassa os 100%. Até 4 de agosto de 2021 foram
Inauguração de uma cidade solar em 2019
2014 unidades instaladas no Estado.
Em Campo Grande, o crescimento na instalação de placas fotovoltaicas segue a tendência do Estado. O percentual de aumento passa dos 300% em 2019 comparado ao ano anterior, quando foram instaladas 1.068 unidades de geração distribuída, em 2020 foram 2.037 e até 4 de agosto de deste ano, 277 unidades em Campo Grande.
O Governo do Estado tem incentivado a expansão da energia solar em Mato Grosso do Sul. Em 30 de março, prorrogou o prazo do benefício fiscal para isenção do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas operações com equipamentos destinados à geração de energia solar. Por meio do Decreto número 15.643, os importadores podem adquirir esses equipamentos com benefício fiscal até 30 de abril de 2022.
Além disso, o Governo do Estado por meio da (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) junto com o Grupo Energisa, tem levado energia por meio de placas fotovoltaicas para o Pantanal. O Programa Ilumina Pantanal recebe R$ 134 milhões em investimentos e vai instalar 2.090 unidades solares, além de 77 unidades consumidoras tradicionais de energia.
Placa solar em comunidades ribeirinhas de Corumbá
O secretário Jaime Verruck, da Semagro, destaca que o "Ilumina Pantanal reflete a política de desenvolvimento sustentável implantada pelo Governo do Estado para Mato Grosso do Sul. Ele segue o conceito do programa Estado Carbono Neutro, trazendo uma fonte de energia limpa e renovável que vai promover um salto na qualidade de vida da população de toda a região pantaneira, além de ganhos significativos para as atividades econômicas das comunidades ribeirinhas e de produtores rurais".
Presidente e fundador da Associação Movimento Solar Livre, Hewerton Martins destaca que o setor de energia solar distribuída é responsável também pela geração de 5.320 empregos em Mato Grosso do Sul, conforme dados da Aneel. "O Governo do Estado, através da Semagro está a frente do incentivo à energia solar distribuída no âmbito estadual, além de apoiar na esfera federal uma legislação que traga segurança aos investimentos dos consumidores do MS. A Isenção de ICMS como incentivo tanto para equipamentos, quanto para energia gerada para consumo próprio são amparadas pelo Estado, para que possamos ter mais energia barata e empregos nos municípios do MS", afirma.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS