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Com apoio da Prefeitura, catadores de recicláveis se organizam em associação

Com apoio da Prefeitura de Coxim, por meio do Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, um grupo de catadores de material reciclável que atuava no antigo lixão de Coxim se organizou e formou a Associação de Agentes Ambientais do Taquari.

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6 de março de 2020

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Assessoria

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Com apoio da Prefeitura de Coxim, por meio do Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, um grupo de catadores de material reciclável que atuava no antigo lixão de Coxim se organizou e formou a Associação de Agentes Ambientais do Taquari. Os agentes serão responsáveis pela coleta seletiva de material reciclável em Coxim e passaram a desenvolver suas atividades na Unidade Municipal de Triagem de Recicláveis (UTR).
O processo de consolidação da Associação teve orientação da Procuradoria Geral do Município, da Gerência de Meio Ambiente, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável, Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social; Secretaria Municipal de Receita e Gestão e o Conselho Municipal de Meio Ambiente; do Fundo Municipal de Meio Ambiente e apoio da Promotoria de Justiça de Coxim.
Esta semana os trabalhos foram iniciados pela Associação. O grupo conheceu a Unidade de Triagem de Resíduos instalada pela Prefeitura, e vai passar por uma série de capacitações sobre uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), equipamentos de manejo e transporte do material recolhido.
Para o prefeito de Coxim, Aluizio São José, é um importante passo dado rumo ao desenvolvimento sustentável do município: "Neste processo inicial os agentes estão recebendo uma ajuda financeira para se adaptarem à nova forma de trabalho. O material reciclável recolhido é vendido e os recursos são divididos pelos membros da Associação. Dessa forma, os ex-catadores não estão mais expostos a situação de insalubridade e periculosidade, e estão tendo melhores condições para trabalharem de forma digna, possibilitando uma maior renda e melhor qualidade de vida". 
"O antigo lixão está sendo transformado em aterro controlado. Diariamente é feito o registro de pessoas, cargas e veículos que entram e saem. Em breve a Prefeitura de Coxim iniciará a campanha publicitária da coleta seletiva para conscientizar a população a identificar e separar os recicláveis do lixo comum", esclarece o prefeito Aluizio.
"A Associação iniciou a coleta seletiva solidária, passando inicialmente em empresas e repartições publicas previamente contatadas e contatando estabelecimentos comerciais de grande fluxo de pessoas para  a instalação de 60 Locais de Entrega Voluntária (LEV), os quais a população poderá levar voluntariamente pequenas quantidades de material reciclável", explica o gerente de Meio Ambiente do Município, José Francisco De Paula Filho.
Posteriormente, haverá um cronograma a ser estabelecido pela Prefeitura, no qual os recicláveis serão recolhidos porta-a-porta nas residências. As pessoas ou empresários que tiverem grandes quantidades de material reciclável para ceder podem entrar em contato com a associação por meio do fone 9 9824 5113.
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS