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Com apoio da Fundesporte, canoagem de MS resgata o Rali de Bonito com prova no domingo

Realizado pela primeira vez em outubro de 1989, o Rali de Canoagem de Bonito foi uma das provas mais concorridas e ganhou destaque na mídia nacional, contribuindo também para alavancar o ecoturismo na Serra da Bodoquena. Apesar da repercussão da disputa em um ambiente natural incrível e alto grau de dificuldades, atraindo atletas de todo o país, a competição rendeu apenas cinco edições.

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13 de maio de 2022

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Subsecretaria de Comunicação (Subcom)

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Realizado pela primeira vez em outubro de 1989, o Rali de Canoagem de Bonito foi uma das provas mais concorridas e ganhou destaque na mídia nacional, contribuindo também para alavancar o ecoturismo na Serra da Bodoquena. Apesar da repercussão da disputa em um ambiente natural incrível e alto grau de dificuldades, atraindo atletas de todo o país, a competição rendeu apenas cinco edições.

Com apoio do Governo do Estado, por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer), Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) e prefeitura de Bonito, a Federação de Canoagem de Mato Grosso do Sul está resgatando este ano o rali como uma prova emblemática com a proposta de torná-lo novamente uma prova de referência para este esporte. Uma nova edição será disputada neste fim de semana, no Rio Formoso.

“O Rali de Bonito é histórico, surgiu numa época (entre os anos de 1980 e 90) em que era realizado em várias regiões do Brasil, e ficou marcado pelas características de um lugar ideal, com muita adrenalina e cercado de muita natureza”, afirma o sul-mato-grossense Rafael Girotto, presidente da CBCa e ex-presidente da federação de MS.

Popularizar a canoagem

Rafael é também atleta ranqueado pela CBCa e fala com entusiasmo da categoria: “a ideia é resgatar essa prova emblemática, que agrega todos os canoístas, promovendo ao mesmo tempo um intercâmbio entre os veteranos e novos atletas”. O dirigente realça o apoio do Governo do Estado a esta prova e ao campeonato regional, que segue no próximo dia 29, em Porto Murtinho, e adianta que o rali voltou para ficar.

“A nossa meta é tornar o Rali de Bonito novamente uma prova nacional, como forma de fortalecer e popularizar a canoagem do Estado e divulgar nossas belezas naturais”, observa. “Estamos resgatando a prova, com uma disputa aberta, sem contar ponto para o ranking, e estamos trabalhando para difundir mais a canoagem do Estado, que é forte, mas pouco praticada, envolvendo apenas oito dos 79 municípios.”

Percurso de cachoeiras

As cinco primeiras edições do Rali de Bonito foram realizadas no Rio Formoso, cujo percurso se estendia do Balneário Municipal ao antiga Ilha do Padre (hoje Eco Park Porto da Ilha). A prova deste domingo (15), às 9h, terá a metade (6 km) do trajeto no mesmo rio – do Hotel-Fazenda Cachoeira ao Porto da Ilha -, com quatro cachoeiras. O rali é disputado por equipes de três atletas e se caracteriza pelos obstáculos naturais.

“O rali volta sem a dimensão do que foi no passado, mas se tornará com certeza em nível nacional a partir de 2023”, aposta o bonitense Eurípedes Pinho, 50. Ele é um dos principais atletas do Estado na sua categoria – venceu a primeira prova do Campeonato Estadual, disputada em março, em Campo Grande - e participou com destaque das edições anteriores do rali. A prova de domingo terá a participação de uma equipe de São Paulo.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS