quinta, 04 de junho, 2026
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A aparição de escorpiões em Campo Grande parece estar fugindo à regra em 2021. Com a proliferações dos aracnídeos esperada entre os meses mais quentes e chuvosos do ano - entre novembro e março - Campo Grande parece viver uma espécie de surto de escorpiões nos meses incomuns.
É o que aponta levantamento da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), que relata, somente entre janeiro e maio deste ano, 438 campo-grandenses picados por escorpiões e 1.021 atendimentos do CCZ. Para se ter uma ideia, em 2020 foram registrados 888 acidentes envolvendo picadas dos aracnídeos e 2.189 notificações ao CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), com pessoas relatando ter encontrado os animais em casa.
Isto é: o número de acidentes neste ano já corresponde a 49% dos ocorrido no ano passado. As ocorrências registradas de aparições em residências também já alcançam 46% do total notificado em 2020.
“O CCZ orienta a implantação de barreiras físicas para impedir que esses animais apareçam, como telas em ralos e grelhas de escoamento, barricadas nos vãos de portas e janelas, além da manutenção da limpeza nos terrenos e quintais dos imóveis, sem acúmulo de entulhos e materiais orgânicos”, disse Sesau em nota ao Jornal Midiamax.
Aparições ‘fora de época’
Moradores do Jardim Aero Rancho relataram ao Jornal Midiamax que escorpiões tem surgido com frequência dentro das residências e o medo, tanto pela integridade quanto dos animais domésticos, é frequente.
“Dentro da minha casa tem aparecido sempre. Esses dias eu estava deitado no chão da sala e senti algo no rosto. Era um escorpião”, disse. No São Conrado, moradora também registrou uma aparição do animal. Ao recolher as roupas sujas para lavar, se deparou com um escorpião no fundo do cesto.
Confira dicas de cuidado para evitar o aparecimento e contato com o animal:
-Escorpiões costumam se esconder em lugares escuros e com pouca ventilação, podendo pegar de surpresa qualquer pessoa, por isso dobre a atenção: verifique gavetas, armários e até calçados; olhe e examine sempre as roupas e sapatos antes de vestir e calçá-los;
-Eles se alimentam principalmente de baratas. Diante desse fator, é importante combater o aparecimento desses insetos, que são atrativos dos escorpiões;
-Manter ralos das pias e de banheiros sempre fechados ou com telas é uma maneira eficiente de garantir a segurança;
-Criar barreiras físicas, como telas finas para evitar a passagem do animal nos ralos de chão, caixas de gordura e grades de escoamento de água;
-Também é necessário manter o terreno limpo, evitar entulhos, acúmulo de materiais inservíveis e sujeira, pois são ambientes que os escorpiões costumam viver;
-Usar calçados e luvas de raspas de couro para atividades em que seja preciso colocar a mão e pisar em buracos, entulhos e pedras;
-Logo que começar a escurecer, feche as portas e janelas de sua casa, pois escorpiões costumam sair para buscar alimentos ou para acasalar durante a noite.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS