quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Geral
Com 65% da população completamente imunizada e a queda no número de internações e mortes por coronavírus, o uso da máscara ao ar livre não é mais obrigatório em Mato Grosso do Sul.
4 de novembro de 2021
Midiamax/LD
Com 65% da população completamente imunizada e a queda no número de internações e mortes por coronavírus, o uso da máscara ao ar livre não é mais obrigatório em Mato Grosso do Sul. A medida já era prevista em decreto e foi reafirmada pelo Governo do Estado, durante coletiva do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança da Economia) na manhã desta quarta-feira (3). O fim da obrigatoriedade de máscaras segue em discussão e, se o Estado continuar com o ritmo de vacinação, a proteção pode deixar de ser obrigatória nas festas de final de ano.
O presidente do Comitê Gestor do Prosseguir, Eduardo Riedel, reafirmou que as máscaras não são mais obrigatórias em locais abertos. Na prática, o morador não precisaria utilizar a proteção ao caminhar nas ruas, praças e parques, por exemplo. Contudo, para entrar em qualquer estabelecimento fechado, o uso da máscara ainda é obrigatório.
“Não temos essa obrigação [de usar em locais abertos], já está posto no nosso decreto. Não tem obrigação, mas deve manter o uso em ambientes de aglomeração e fechados”, disse.
Riedel explica que não haverá qualquer tipo de sanção ou punição para quem não utilizar máscaras ao ar livre. “É de cada um, a pessoa que vai ter essa consciência. Nos locais fechados sim, a gente ainda tem, em decreto, a necessidade do uso de máscaras. Vai ser retirada com avanço da vacinação e entendimento do grupo técnico. No momento, ainda não é hora de fazer isso”.
Mas, como assim a máscara já não era obrigatória ao ar livre? O anúncio do Governo do Estado pode ter deixado algumas pessoas confusas, mas o que acontece é que o decreto já não incluía a obrigatoriedade da proteção nos espaços abertos. Contudo, com a circulação do coronavírus no Estado, as autoridades ainda recomendavam que as máscaras fossem usadas em todos os locais. Agora, o cenário da pandemia é diferente e a população está livre para andar sem máscaras nas ruas, ou seja, não há mais a recomendação em locais abertos.
Quando vamos abandonar as máscaras totalmente?
O uso obrigatório de máscaras pode chegar ao fim muito antes do que se imagina em Mato Grosso do Sul. Por enquanto, os equipamentos de proteção individual ainda são essenciais em locais fechados e de aglomeração, mas a obrigatoriedade pode chegar ao fim ainda em 2021. A previsão é de que as festas de Natal e Réveillon sejam realizadas com modelos muito próximos à realidade antes da pandemia.
Perguntado sobre a flexibilização no uso da proteção individual, Riedel explicou que o fim da proibição está próximo. “No mês de novembro, se continuarmos com índices de vacinação, podemos voltar a ter discussão da retirada total. Nas festas de final de ano, é muito provável, avançando do jeito que a gente está, que possamos ter normalidade das nossas atitudes em relação aos protocolos”.
O presidente do comitê afirma que a vacinação é o principal indicativo a ser observado para a flexibilização de medidas e retomada à normalidade. Ele acredita que alguns protocolos deverão ser mantidos pelos próprios comerciantes mesmo após o fim da obrigação. A expectativa é de que as restrições acabem totalmente até o fim de 2021. “Estamos chegando à normalidade das atividades, ainda neste ano, em 100%”, reforçou Riedel.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS