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Cobrança de pedágio nem começou e CCR já fala em reajuste

O valor do pedágio vai variar entre R$ 2,35 e R$ 43,20, dependendo do local e do tipo do veículo

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10 de setembro de 2015

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Midiamax

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A tarifa básica do pedágio da BR-163 em Mato Grosso do Sul, que começa a ser cobrado no dia 14, foi reajustado este mês, mas antes mesmo do início da cobrança, o diretor-presidente da CCR MSVia, empresa que administra a duplicação, Maurício Soares Negrão, já prevê mudança, para mais, dos preços. Segundo ele afirmou na quarta-feira (9), novas obras podem aparecer e um aumento pode ser cogitado. Em maio de 2012, quando a empresa recebeu a concessão, o valor por 100 km era R$ 4,38, e este ano foi reajustado para R$ 6,48 por cem quilômetros rodados, ou seja, 47%, junto com a autorização para entrada em vigor.
Durante o mês de agosto, a CCR MSVia liberou uma parte da rodovia que já foi duplicado, totalizando 90 quilômetros de extensão, e atendendo à exigência contratual de concluir pelo menos 10% de duplicação da estrada. “Já fizemos 10% e estamos trabalhando para antecipar as obras de duplicação”, afirmou Maurício.
De acordo com o diretor-presidente da CCR MSVia, o reajuste de R$ 2,10 feito de 2012 para 2015 tem explicação: R$ 1,33 foi feito com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), de maio de 2012 a setembro de 2015, R$ 0,12 na compensação por investimentos fora de contrato e R$ 0,66 nas perdas provocadas pela Lei do Caminhoneiro (eixo suspenso).
A autorização do reajuste foi dada no dia 4 de setembro pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), em resolução publicada no Diário Oficial da União, que permite o início da cobrança. O valor do pedágio vai variar entre R$ 2,35 e R$ 43,20, dependendo do local e do tipo do veículo. São 9 postos de cobrança ao longo dos 845 km de rodovia. Segundo o diretor-presidente, “os valores não são iguais em todos os pedágios porque os trechos são diferentes. De pedágio para pedágio não são, exatos, 100 km”.
Os postos de cobrança estão instalados nos seguintes locais em Mundo Novo, Itaquiraí, Caarapó, Rio Brilhante, Campo Grande, Jaraguari, São Gabriel do Oeste, Rio Verde de Mato Grosso e Pedro Gomes.
A tarifa básica para cada 100 quilômetros é de R$ 0,06488 e o valor varia conforme o tipo de veículo. Quanto maior, mais alto o preço. Maurício ainda afirmou que até o fim das obras de duplicação, o cálculo da tarifa básica pode aumentar. “Podem aparecer novas obras não previstas, e com ela, um novo aumento”, ressaltou. O diretor-presidente disse que a isenção no pedágio “não acontecerá, a não ser para veículos oficiais”. 

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS