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CNH MS Social representa mudança de vida para trabalhadores de Mato Grosso do Sul

O programa, criado pelo Governo do Estado junto ao Detran, concede a CNH de graça para pessoas que precisam.

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11 de julho de 2023

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da Redação, Emmanuelly Castro

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“Liberdade para trabalhar”. É o que busca José Neres Romero, de 59 anos. Trabalhador da construção civil, José se inscreveu no programa CNH MS Social e está no processo de habilitação da categoria A, de motos.

O programa, criado pelo Governo do Estado junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS), concede a Carteira Nacional de Habilitação de graça para pessoas que precisam.

Para ele, a CNH vai mudar seu trabalho. “Eu vou para o trabalho de carona com o meu filho, ou de ônibus. Semana passada mesmo, fui para Naviraí para um serviço e tive que levar as minhas ferramentas no ônibus. Eu tenho carro, mas não posso dirigir. Meu filho dirige para mim. Aí tive que carregar um monte de ferramentas no ônibus”, conta José Neres.

Ao percorrer o percurso de motos, dentro do pátio de Detran-MS, em Campo Grande, José demonstra habilidade e já espera a prova prática, que deve acontecer ainda em julho. “Eu reprovei na primeira prova teórica, porque eu não entendi mesmo o que estava perguntando, mas depois eu me esforcei e consegui passar. Agora estou indo bem com as aulas práticas de moto, só pego um pouco de tempo no equilíbrio”, relata seu José.

Assim como seu José, mais de 2500 candidatos estão no processo de primeira habilitação com a CNH MS Social. Moradores de diversas regiões do estado e cidades como Campo Grande, Ponta Porã, Paranaíba, Corumbá, Aquidauana e Dourados.

Até o momento, o programa realizou 2900 exames psicológicos, 2030 exames médicos, 1880 exames teóricos e 573 exames práticos. “ Estamos abrindo frentes de trabalho em diversas regiões do Estado. Até o momento, 33 cidades já iniciaram o chamamento de candidatos. A expectativa é até o fim de agosto finalizarmos a convocação dos candidatos aprovados para iniciar o processo”, explica a coordenadora do Programa CNH MS Social, Priscilla Miyahira.

Rene Batista Cancio é instrutor e já atendeu mais de 20 alunos do programa CNH MS Social. Ele conta que, assim como seu José, muitos candidatos têm dificuldade no equilíbrio da moto. “Alguns candidatos têm mais dificuldade por terem uma idade elevada, mas com a prática eles acabam aprendendo. Para eles é muito difícil executar vários comandos ao mesmo tempo, mas também é gratificante vê-los aprender”, comenta Rene Batista.

A mudança de vida e a liberdade para trabalhar, que a CNH proporciona aos sul-mato-grossenses também atingiu Jennifer Vilharva Freitas Nantes, de 22 anos. Ela trabalha como atendente em uma lanchonete distante de sua residência e passou a usar a moto do esposo para ir trabalhar depois que pegou sua CNH, categoria A, há três meses. “Estamos revezando no uso da moto. Eu e meu esposo. Antes, ele não me deixava usar, porque tinha muito medo. Agora tenho habilitação e posso ir para meu trabalho e para o mercado também. Não preciso usar mais ónibus”, comemora a jovem.

Para o diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Trindade, além do viés social, o projeto traz qualificação, melhoria de vida e melhora o trânsito como um todo. “O Governo do Estado arca com todos os custos da CNH, mas por outro lado, o aspirante a motorista precisa se dedicar e passar por todas as etapas. Não é um processo fácil, por isso, o candidato deve se dedicar e aproveitar essa oportunidade de crescimento e mudança de vida”, explica o diretor-presidente.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS