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Ciúmes e acerto de contas podem ter iniciado chacina e onda de violência na fronteira de MS

A jovem foi encontrada dentro da cela com o narcotraficante paraguaio

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14 de outubro de 2021

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Midiamax

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Após buscas feitas na ‘cela vip’ do narcotraficante Faustino Ramón Aguayo, o Ministério Publico paraguaio agora investiga a possibilidade de a chacina ter sido motivada por ciúmes e também por acerto de contas entre membros do crime organizado na região. Nesta quarta-feira (13), tanto o governo paraguaio, em conjunto com a Polícia Federal do Brasil, como o Governo do Mato Grosso do Sul anunciaram força-tarefa para conter a onda de violência.

Durante a vistoria feita na Penitenciária Regional Pedro Juan Caballero na manhã desta quinta-feira (14), foi constatado que a cela mais parecia um apartamento de luxo. Para a surpresa dos promotores envolvidos na operação, com o traficante estava a jovem Mirna Keldryn Romero Lesme, de 22 anos.

Ela é apontada como “pivô” do atentado, segundo informações do ABC Color, uma vez que seria a ex-namorada de Osmar “Bebeto” Álvarez, supostamente envolvido com o narcotráfico e que foi assassinado pelos pistoleiros. Ela também tinha amizade com Haylée Acevedo, filha do governador de Amambay, Ronald Acevedo, que também foi morta na onda de violência.

A polícia investiga também se o ataque, que resultou na morte de quatro pessoas, estaria relacionado a um acerto de contas entre traficantes de drogas, uma vez que as investigações indicaram que Bebeto teria uma dívida com Faustino Ramón Aguayo.

Considerando a ligação que Mirna Keldryn tinha com Haylée, as investigações levam a polícia a acreditar que a filha do governador também era alvo da chacina, uma vez que ela vinha sendo apontada como atual namorada de Bebeto.

Força-tarefa em MS

Segundo o secretário Antônio Carlos Videira, policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar), Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Bancos Assaltos e Sequestros), Batalhão de Choque, DOF (Departamento de Operações da Fronteira), Polícia Rodoviária Estadual, Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos), Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico) e PMA (Polícia Militar Ambiental), que participam da Operação Hórus, do Ministério da Justiça, serão enviados para as cidades-gêmeas.

Quanto ao pedido de envio da Força Nacional e Exército, o secretário afirmou que não tem pretensão de solicitar, pelo menos por enquanto. “As mortes foram em território paraguaio e nossas forças policiais reforçam a segurança de Ponta Porã até Sete Quedas”.

As cidades que receberão o efetivo são: Coronel Sapucaia, fronteira com Capitán Bado, Ponta Porã, com a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, Paranhos, com Ypejhú, e Sete Quedas, com Pindoty Porã.

Ainda conforme o secretário, o único homicídio ocorrido no lado brasileiro — do vereador de Ponta Porã Farid Afif — é investigado pela DEH (Delegacia Especializada de Homicídios). “A princípio, o homicídio do vereador não tem nenhuma ligação com os quatro homicídios ocorridos em Pedro Juan Caballero”, afirmou em referência ao atentado ocorrido no sábado (9), que vitimou a filha do governador do Departamento de Amambay, Haylée Carolina Acevedo, de 21 anos.

As equipes permanecerão na linha internacional por tempo indeterminado e operam em sintonia com a Polícia Nacional Paraguaia.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS