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Ciclistas reclamam de falta de segurança com crescente número de assaltos em Campo Grande

Rotas alternativas e passeios em grupos são medidas que podem evitar futuros assaltos, explicam praticantes.

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29 de junho de 2021

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Gabriel Neves

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A prática do ciclismo ganha mais e mais adeptos a cada dia, seja aqueles que utilizam os pedais para praticar esporte aos finais de semana, como os que utilizam a bicicleta como meio de locomoção no dia a dia. Esse grupo lida há tempo com problemas recorrentes de infraestrutura e falta de respeito no trânsito, mas, além disso, agora também enfrentam criminosos.

De acordo com relatos de ciclistas de Campo Grande, os assaltos a ciclistas se tornam mais comum a cada dia, seja em pequenos grupos, pessoas praticando sozinha ou então indo para o trabalho ou escolas. Sem nenhum tipo de proteção – sem contar os equipamentos exigidos -, essas pessoas se tornem ‘alvos fáceis’ ao carregar objetos de valor, como celulares e o próprio meio de condução.

Segundo a coordenadora do Grupo Pedal de Poodle Bike Club, Doriane Perez, a insegurança relacionada a assaltos sempre esteve presente, mas se tornou maior nos últimos dois anos. “A incidência tem aumentado muito, desde abordagens em ciclovias, como também nas rodovias”, comentou.

Perez explica que as ciclovias localizadas na Avenida Lúdio Coelho, Duque de Caxias na região do aeroporto até Indubrasil, na saída para São Paulo e a rotatória da Costa e Silva são considerados trechos onde a atenção do ciclista deve ser redobrada.

Trechos onde os assaltos também se tornaram comuns, são em rodovias próximas ao perímetro urbano da cidade. “Uma delas é a BR 010 que leva a Rochedinho, um trecho muito comum nos roteiros. Já ouvimos relatos de assaltos e abordagens nesses locais. A saída do Detran também é um trecho de risco, no roteiro conhecido como ‘valetão’ que leva até a rotatória de Indubrasil”, explicou a coordenadora.

Não muito familiarizado com a prática do ciclismo como esporte, o conselheiro da região Centro-Oeste da UCB (União de Ciclistas do Brasil), Pedro Garcia, conta que conhece relatos de pessoas que foram assaltadas no momento em que andavam de bicicleta. “É algo com maior probabilidade de ocorrer com pessoas que praticam trilhas e pedalam em locais mais afastados da cidade, claro que também ocorre na área urbana, mas a quantidade é menor”.

Garcia conta que muitos desses trechos não possuem rotas alternativas, e nesses casos, as pessoas devem tomar alguns cuidados que podem evitar um futuro assalto, como: pedalar em grupos relativamente grandes, evitar ruas ‘desertas’ e sem iluminação.

O mesmo é dito por Doriane Perez, “buscamos nos proteger de todas as formas, andando sempre em grupo, evitando esses locais (desertos e sem iluminação) em horários de maior risco e mantendo a atenção sempre”, explica a ciclista.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS