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RIO VERDE
Desde o início do ano de 2023 o Brasil vem sendo castigado pelas fortes chuvas. O estrago é enorme e em alguns estados há tragédias de grandes montas, inclusive com perda de dezenas de vidas.
23 de março de 2023
Luiz Carlos Atagiba
Desde o início do ano de 2023 o Brasil vem sendo castigado pelas fortes chuvas. O estrago é enorme e em alguns estados há tragédias de grandes montas, inclusive com perda de dezenas de vidas.
Em Rio Verde a situação não é diferente e as intempéries do tempo levaram a gestão a pedir estado de emergência e agora aguarda o socorro por parte do Governo do Estado.
Mesmo com toda a equipe da secretaria de Obras mobilizada, as chuvas continuam causando não só na cidade, mas principalmente nas estradas da zona rural.
Na manhã da última segunda-feira, 20, o prefeito Réus Sabedotti Fornari utilizou os microfones da rádio Campo Alegre para conversar com a população de Rio Verde.
“Eu sei que muitas pessoas acompanham e entendem o que está acontecendo na nossa cidade, mas é bom informar o que está programado e planejado para, assim que tiver condições, avançarmos e melhorar, de uma maneira rápida, tudo que está aí”, começou a entrevista o gestor no programa “Fala Comigo Brasil”, do radialista Nilson Farias, se referindo especificamente à região da Colônia Paredes, onde os produtores começam a escoar a soja, lembrando, no entanto, que toda a zona rural está em fase de emergência.
Otimista, o prefeito Réus acredita que ainda esta semana, havendo uma trégua das chuvas, em conjunto com equipes da Agesul, tudo será feito para sanar as deficiências.
“Além do escoamento da safra, temos preocupação com nossos estudantes. O secretário de Educação fará uma inspeção geral nas estradas para ver a possibilidade de retornar as vans para o transporte dos alunos, mas do jeito que está não é possível porque estaríamos colocando os estudantes em perigo”, disse. Bairros
Em relação aos bairros de Rio Verde o prefeito pediu a compreensão e ajuda da população porque tudo que a gestão fizer nesse momento de chuva torrencial, que é uma benção de Deus (mas que causa transtornos) estará rasgando dinheiro.
Ele explicou que, apesar de o maquinário estar nas ruas, a dificuldade por conta dos buracos vai persistir.
“Tudo que eu fizer agora estarei rasgando dinheiro. Aguardem. Logo resolveremos o problema, mesmo porque o Governo do Estado já nos sinalizou com um pacote de emergência”. “O povo de Rio Verde pode ter a certeza que será mais um ano que virá muito recurso para Rio Verde desse trabalho Prefeitura/Câmara de Vereadores. Estamos no caminho certo, onde se faz aquilo que é possível fazer. Trabalhamos sábado, domingo e feriado sem olhar calendário para poder dar um a melhor condição de tráfego às nossas estradas. Obrigado Deus por mandar essa chuva e nós, como ser humano, temos que acolher essa chuva e fazer o que é possível para diminuir os transtornos. Podem ter certeza que logo, logo, a coisa vai estar bem diferente. Nos ajudem a construir uma cidade diferente e bem melhor”, finalizou o prefeito Réus Sabedotti Fornari.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS