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Chuva destrói oito pontes e propriedades rurais são tomadas pelo Rio Coxim

Prefeito ressalta que não há vítimas, até agora, mas que haverá levantamentos para identificar outros danos

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2 de fevereiro de 2022

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Guilherme Correia - Campo Grande News

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Ao menos oito pontes foram destruídas pela chuva no município de Camapuã, a 141 quilômetros da Capital, e propriedades rurais também foram afetadas. Ao Campo Grande News, o prefeito, Manoel Nery (DEM) explica que não foram registradas vítimas, mas que as equipes da prefeitura deverão fazer levantamentos ao longo do dia para identificar outros estragos.

Segundo ele, duas das estruturas estavam localizadas em rodovias estaduais, enquanto as outras seis são estradas municipais. “Hoje, a gente vai continuar levantando, principalmente, se tem mais algumas pontes que tiveram danos menores.”

Nery ressalta que, entre hoje e amanhã, a prefeitura deve publicar decreto para colocar o município em estado de calamidade pública, a fim de angariar recursos para as reformas ou, em alguns casos, até a reconstrução completa de pontes.

Ponte em região de Areado ficou destruída. (Foto: Direto das Ruas)

"De maneira que a gente possa pedir ajuda do governo do Estado e do governo federal, para organizar essas pontes, financeiramente falando. Algo em torno de R$ 4 a R$ 5 milhões para o município organizar, não é fácil não.”

O prefeito comenta que a população tem de ter paciência para os reparos, já que o processo de licitação, projeto e execução, pode demorar. “O decreto vem também facilitar a questão, para não demorar tanto, para as empresas poderem fazer rápido.”

“A gente vai ganhar tempo na questão das licitações, pode ser que o estado de calamidade pública consiga reduzir isso para 30 dias, para desfazer a ponte, licitar e deixar 100% transitável."

Estragos

Em novembro de 2021, segundo ele, outras chuvas fortes danificaram totalmente três pontes, municipais ou estaduais, e, ao todo, cerca de 10 terão de ser reestruturadas.

Uma delas fica a 20 quilômetros do perímetro urbano e liga o município ao distrito do Lajeado. Com o alagamento da estrutura, os motoristas têm de ir por São Gabriel do Oeste, o que aumenta o trajeto em cerca de 140 quilômetros. Esta ponte tinha quase 90 metros de comprimento e, na visão do chefe do Executivo, levará tempo para ser readequada.

Outra está na região do Cachoeirinha, e a cabeceira da ponte do Pirizal também foi danificada.

Outra que está afetada liga o município com Ribas do Rio Pardo, a 98 quilômetros de Campo Grande. Uma das alternativas poderá ser organizar passagens temporárias dentro dos rios, quando estes forem baixos.

De acordo com o jornal Infoco MS, ponte sobre o Rio Taquarussu, na MS-142, ficou totalmente submersa. No Rio Coxim, propriedades rurais foram afetadas e moradores tiveram de sair de barco de suas casas, tentando salvar os pertences.

Além dos reparos, deverão ser feitas nove pontes de concreto no município, ao longo de 2022. “Elas resolvem 100%, se fizer um projeto bem certinho. Mesmo se acontecer da água vir, não há perigo de levar", diz o prefeito.

A gente precisa que a população tenha um pouco de paciência. A gente sabe o direito de ir e vir das pessoas, elas cobram muito veementemente, e com razão, mas em virtude de ser muitos lugares afetados, vai trazendo transtorno, mas para fazer uma ponte, leva-se pelo menos 90 dias.”

Mesmo que o acumulado de chuvas esteja abaixo da média nesta municipalidade, conforme o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), estima-se que o aumento de extremos climáticos possa provocar chuvas mais fortes e concentradas em menos dias, ao invés de estarem espalhadas ao longo do mês, o que reduziria estragos.

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) colocou Camapuã e outros 34 municípios em situação de alerta, por conta das chuvas. As recomendações são, em caso de rajadas de vento, não se abrigar debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas, além de evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

Outras informações podem ser obtidas via Defesa Civil, pelo telefone 199, ou pelo Corpo de Bombeiros Militar, no número 193. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS