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Geral
A emoção tomou conta do Ginásio Poliesportivo Dom Bosco, em Campo Grande, que encheu com jovens e autoridades de todo o estado na noite de terça-feira (17).
18 de maio de 2022
Clara Rockel e Lucas Castro – Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte)
A emoção tomou conta do Ginásio Poliesportivo Dom Bosco, em Campo Grande, que encheu com jovens e autoridades de todo o estado na noite de terça-feira (17). Todos prestigiaram a cerimônia de abertura dos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul 2022, que tiveram início após o tradicional acendimento da pira olímpica e juramento dos estudantes-atletas. A competição é uma realização do Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).
O maior evento esportivo estudantil sul-mato-grossense retorna em sua totalidade após três anos. Isso porque em 2020 a competição não foi realizada, em razão do período crítico da pandemia do novo coronavírus. No ano passado, o formato foi reduzido, com adoção de protocolos rígidos de biossegurança.
“Os Jogos são a maior manifestação esportiva escolar do nosso estado e é uma das marcas de excelência da Fundesporte”, afirma o diretor-presidente da Fundesporte, Silvio Lobo Filho. “Estamos muito felizes e emocionados em voltar a ver esses ginásios cheios, e sentir essa energia que os Jogos Escolares têm, com atletas de todos os cantos do nosso estado reunidos”, completa.
Com a participação de 58 municípios, a primeira etapa da competição tem disputas coletivas de basquetebol e futsal, entre mais de mil estudantes-atletas. Ao todo, 1,5 mil pessoas estão envolvidas, número recorde até hoje. “É a primeira vez que participamos. É bem bacana, porque nunca tivemos basquete em nosso município, mas felizmente conseguimos trazer os atletas para viver essa experiência”, relata o professor Carlos Batista, técnico de basquetebol da seleção de Novo Horizonte do Sul.
“A emoção é bastante intensa, principalmente para os estudantes, ainda mais porque estamos saindo de um período de pandemia. Então, ver toda essa multidão reunida para competir dá um sentimento diferente”, conclui Batista.
Entre os pontos altos da noite figurou o acendimento da pira olímpica, pelo estudante-atleta Augusto Ricardo Cavali, de Dourados. “Foi muito emocionante, porque não são todos que têm essa oportunidade”, declara o atleta de basquetebol, que já participou de edições anteriores dos Jogos Escolares, mas estreia nesta faixa etária. “Estou muito animado, porque mudei de categoria, então minha expectativa está bem alta. E também é legal rever todo o pessoal que já jogou comigo e contra mim, vamos competir juntos de novo”, finaliza.
Quem também ficou bastante animada com a cerimônia foi Elizangela Ribeiro, mãe de Augusto. “Estou muito feliz com tudo o que está acontecendo com meu filho, e pelo reconhecimento incrível que ele teve ao acender a pira olímpica. Mal pude me conter de alegria”, relata Elizangela. “Quando o convite chegou, um filme sobre a trajetória do meu filho passou na minha cabeça. Todo esse reconhecimento vem através de seu esforço e desempenho, que é incentivado pelo Governo do Estado”, continua. Augusto é um dos beneficiários do Bolsa Atleta, programa desenvolvido através da Fundesporte para auxiliar financeiramente os atletas que se destacam. “Com a bolsa, ele consegue pagar por um treinamento especializado, além de comprar todo o material necessário. Isso faz com que ele fique cada vez melhor “, conclui Elizangela.
Os Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul 2022 são uma realização do Governo do Estado, por meio de sua Fundação de Desporto e Lazer (Fundesporte).
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS