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Cassems reajusta fator participativo a partir de dezembro de 2022

O Conselho de Administração da Cassems deliberou pelo reajuste do fator participativo nas coparticipações de todas as consultas.

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23 de novembro de 2022

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Redação/EC - DiarioX

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O Conselho de Administração da Cassems deliberou pelo reajuste do fator participativo nas coparticipações de todas as consultas. A partir de 1º de dezembro de 2022, o valor passará de R$ 22,00 para R$ 26,00. 

O aumento de R$ 4,00 abrangerá as coparticipações nas consultas médicas eletivas e em Pronto Atendimento, e nas consultas em Odontologia, Fonoaudiologia, Nutrição, Fisioterapia, Psicologia e Terapia Ocupacional. 

Um pequeno acréscimo que garantirá a sustentabilidade do plano e beneficiará a todos. Esse ajuste está bem abaixo da inflação que, nos últimos cinco anos, acumulou um índice de 31,51%.

A decisão de aumentar a coparticipação nessas modalidades leva em consideração evitar o aumento da contribuição mensal do beneficiário. O objetivo do reajuste no valor final dessas consultas é valorizar os profissionais que prestam serviço para a Cassems e prezam por um atendimento humanizado e de qualidade aos beneficiários. Desta forma, evita-se o egresso de profissionais credenciados e a Caixa dos Servidores mantém uma rede de atendimento qualificada.

Confiança dos beneficiários

Em pesquisa realizada pela IPR Pesquisas, que avalia os serviços assistenciais prestados pela instituição e a sua Rede Credenciada e Própria, a Cassems foi bem avaliada pelos seus beneficiários. 

A pesquisa indicou que 88,93% dos usuários de Campo Grande consideram o plano de saúde como ótimo ou bom e 88,60% dos usuários recomendariam o plano. Um índice mais relevante ainda quando se trata de saúde, serviço esse cada vez mais criticado pela população. A pesquisa, feita por amostragem, foi realizada em onze cidades do estado no período de 12 a 16 de abril de 2021.

A Cassems entende que as mudanças caminham lado a lado com grandes transformações e, para o presidente da Caixa dos Servidores, Ricardo Ayache, algumas pequenas medidas são necessárias para garantir a seguridade e sustentabilidade do plano de saúde. “Isso só é possível graças à manutenção de um plano que, por mais que cresça, não se esquece de manter-se sempre sustentável e beneficiar a todos que o fazem maior. Esse é um pequeno acréscimo que irá beneficiar a todos e garantir que a Cassems não pare de crescer”.

Esses números positivos demonstram o forte compromisso da Cassems com a vida, aliado à tecnologia de ponta, ao rigor científico e à dedicação dos profissionais. O trabalho sério foi fundamental para que, neste período tão desafiador de pandemia, a Cassems se tornasse uma referência no enfrentamento da Covid-19. 

A rede hospitalar do plano de saúde, com seus 500 leitos, e a rede de centros médicos e de diagnóstico avançado foram fundamentais para salvar milhares de vidas em Mato Grosso do Sul.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS