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Casos de Chikungunya explodem e chegam na região norte do estado

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11 de março de 2025

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(Glenda Melo - Diário do Estado)

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Os casos Chikungunya não param de crescer no estado e agora chegam as cidades do interior e para atualizar os números de Coxim fomos conversar com o Coordenador da Coordenadoria de controle de vetores de Coxim, Joelson Mariano da Cruz que nos deixou a par não só da situação de Coxim como de algumas cidades vizinhas, e as informações são alarmantes.
Sabemos que nos primeiros meses do ano são os meses de maior preocupação por parte dos órgãos de saúde por conta dos casos de Dengue, Zica e Chikungunya, e 2025 não começou diferente, mas uma doença com sintomas muito parecidos com da dengue tem colocado todo o estado em alerta, a Chikungunya teve uma explosão de casos confirmados em todo estado e nossa vizinha Sonora é a campeã em casos confirmados, de janeiro até agora foram 76 casos confirmados na cidade vizinha. Em Coxim somente 1 caso foi confirmado de Chikungunya que é chamado de caso importado que é quando a pessoa já chega na cidade com o vírus, vinda de outro local, até agora em Coxim são 16 casos notificados de dengue e Chikungunya, Coxim não registra nenhum caso de Zica, e também não registra nenhum caso confirmado de dengue segundo Joelson, e o que preocupa as autoridades de saúde de Coxim são os números elevados de caso das cidades vizinhas de Coxim, Pedro Gomes também registra vários casos de Chikungunya, uma outra preocupação é o estado vizinho Mato Grosso, que já vive um surto da doença exemplo disso é a cidade de Rondonópolis, a prefeitura da cidade decretou situação de emergência após a explosão de casos na cidade, para Joelson isso serve de alerta pois os estados são próximos e muitas pessoas saem de lá para nosso estado com frequência, para trabalho ou passeio.
Diante desta situação Joelson faz alguns alertas: “ Caso precise viajar para essas cidades que estão com alto índice de casos, usar sempre repelente, caso receba visita de pessoas que venham dessas localidades também usar repelentes e ficar atento para os sintomas, que são muito parecidos com os sintomas da dengue, tanto se parecem os sintomas que quanto existe a sub notificação de dengue também é feito o da Chikungunya, é um momento de cuidados, prevenção e principalmente atenção afirma Joelson, estamos em situação de alerta e estamos fazendo tudo para que Coxim não seja a próxima cidade a passar por isso, mas precisamos da colaboração dos moradores, tudo começa em casa, os cuidados não podem ser abandonados, é preciso continuar diariamente os cuidados em casa com vasilhas que acumulem água, qualquer tipo de objeto que acumule água deve ser descartado, atenção aos sintomas pois a Chikungunya assim como a dengue evolui de maneira muito rápida e também pode levar rapidamente a óbito, estamos atentos e monitorando Coxim mas precisamos que a população se uma a nós nos cuidados para evitar que um surto da doença também aconteça em Coxim finaliza Joelson”.  
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS