quinta, 04 de junho, 2026
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Quem algum dia imaginou que o personagem Cascão das histórias em quadrinhos da turma da Mônica do cartunista Maurício de Souza não passava apenas de uma ficção, a realidade recentemente revelou um personagem inusitado e idêntico em pleno século 21.
É que de acordo com as informações fornecidas à imprensa pela agência de notícias estatal da República Islâmica (IRNA) situada na Província de Fars, no Sul do Irã, um morador leva a vida de homem da caverna, e há seis décadas não toma banho.
Devido ao longo período de tempo sem tomar banho, o iraniano Amoo Hadji possui uma grossa crosta de sujeira em toda pele e barba. O resultado da falta de higiene é uma pele que se aproxima consideravelmente da aparência da terra e da paisagem ao seu redor. Ele tem ainda o hábito de fumar um cachimbo com fezes de animais, que pastam perto de sua casa, e em dias de baixa temperatura, Hadji acende diversos cigarros de uma só vez para se esquentar.
Hadji tem uma opinião bastante radical no que se refere a tomar banhos e a higiene em geral: “Limpeza traz doença”, enfatiza o iraniano de 80 anos afirmando com orgulho, que não toma banho desde os 20. Hadji vive isolado na região de Fars. Mas, não se trata apenas de banhos. Hadji também se recusa a ingerir alimentos frescos optando por refeições diárias à base de carne de porco apodrecida. O mesmo vale para a água. Não sendo possível deixar de tomá-la, Hadji opta por colocá-la num cantil velho e totalmente enferrujado. Ao final das refeições, um bom trago do cachimbo é sempre uma boa pedida para o idoso.
O estilo de vida radical de Hadji também é totalmente perceptível em sua moradia: um buraco no chão, que mais se assemelha a uma cova. É claro que, eventualmente nos dias de chuva, Hadji também se vale de uma cabana construída por moradores próximos — os quais o chamam de “Amoo Hadji”, sendo “Amoo” um termo carinhoso para a expressão “velho”.
Há quem diga que o homem vive hoje dessa forma por conta de alguns dissabores emocionais ocorridos há muitos anos durante a sua juventude. De qualquer forma, mesmo em meio à situação inusitada em que vive, Hadji esbanja bom ânimo — mesmo em seu único e exclusivo traje bélico, já que o capacete militar que guarda há tempos, serve apenas como proteção contra o frio.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS