quinta, 04 de junho, 2026
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O preço da carne bovina em Campo Grande variou mais de 189% em dois anos. De acordo com o levantamento da da Subsecretaria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/Campo Grande), realizada entre os dias 22 e 23 de julho de 2021, um quilo de picanha chega a custar R$ 87,99 em uma casa de carnes da Capital.
Nos mercados, o preço do corte nobre variou 46%, com o quilo mais barato a R$ 48,00 e o mais caro a R$ 69,99.
Ao todo, foram percorridos 18 estabelecimentos comerciais para o levantamento dos preços praticados nos cortes das carnes suínas, bovinas e aves.
O corte de ave/coração foi o que registrou maior variação, com o menor preço em R$ 15,99 e o maior preço R$ 45,99.
Outro corte de carne com variação expressiva foi a bisteca suína, com uma diferença de 167% entre os estabelecimentos, tendo o menor preço de R$ 19,99 e maior preço de R$ 31,49.
Em seguida, o corte da carne bovina ponta de costela apresentou uma diferença de 133%, e o corte da carne suína lombo aparece com uma variação de 125%.
Já o corte de carne/peito de ave aparece com diferença de 127% na variação de preço, com o quilo mais barato a R$ 10,99 e o mais caro a R$ 24,98.
Comparação
Em comparação com a pesquisa realizada pelo Procon de Campo Grande em dezembro de 2019, todos os cortes sofreram aumento.
A maior variação ocorreu no corte bovina Agulha, que há dois anos podia ser comprado por R$ 19,19 e hoje é vendido por R$ 31,10, um aumento de 62%.
Em contrapartida, os cortes que menos sofreram alterações foram a Coxinha da asa, vendido em 2019 por R$ 14,52, em 2019, e por R$ 17,02, em 2021 e o Contrafilé, que custava em média R$ 32,83 há dois anos e está no patamar de R$ 38,53 neste mês.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal