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Carnaval de rua em Mato Grosso do Sul mostra a força do interior do Estado

Vários municípios do interior de Mato Grosso do Sul vão colocar os blocos na rua em 2024 para realizar Carnaval. Diversos deles contam com o apoio do Governo do Estado, através da Fundação de Cultura. São eles: Ladário, Jardim, Aquidauana, Rochedo, Coxim e Paranaíba. O apoio é oferecido com o envio de bandas e atrações artísticas para animar a folia.

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22 de janeiro de 2024

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Vários municípios do interior de Mato Grosso do Sul vão colocar os blocos na rua em 2024 para realiz

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Vários municípios do interior de Mato Grosso do Sul vão colocar os blocos na rua em 2024 para realizar Carnaval. Diversos deles contam com o apoio do Governo do Estado, através da Fundação de Cultura. São eles: Ladário, Jardim, Aquidauana, Rochedo, Coxim e Paranaíba. O apoio é oferecido com o envio de bandas e atrações artísticas para animar a folia.

Diretor de Cultura da coxinense Funrondon (Fundação de Cultura, Esporte e Lazer Professora Clarice Rondon dos Santos), Marcelo Mariano explica que o município retomou o Carnaval no ano passado, depois de 21 anos sem realizar a festa.

"No ano passado a gente teve cinco blocos e foi muito animado. Este ano vai ter um bloquinho de crianças e está muito animado porque fazia muito tempo que eles não tinham esta festa. A cidade está muito feliz com tudo isso", comenta o gestor público.

Marcelo afirma também que o Carnaval em Coxim é para toda a família. "A festa foi muito democrática o ano passado, onde, dentro da praça do Pé de Cedro, as pessoas pegam as cadeiras de praia e ficam com as crianças, com as famílias, com os avós, e ficaram sentados curtindo o Carnaval junto com a família", explica o diretor, que completa em seguida.

"Em outro setor, mais perto do palco, a galera mais jovem fica curtindo o Carnaval. Teve muita chuva e na chuva as pessoas se divertindo, as crianças fantasiadas. Foi um momento ímpar. O que eu sinto é que este ano vai ser melhor ainda porque eles estão muito animados", conclui.

O Carnaval de Coxim atrai público de muitos municípios da região norte do Estado, como de Alcinópolis, Pedro Gomes, Sonora, Rio Verde, São Gabriel, Costa Rica, unindo não apenas a região, mas também classes sociais diversas em um mesmo espaço.

"Foi lindo demais. Agora ainda tem os locais turísticos para quem quer fazer passeio de barco, passeio de caiaque, esportes, tudo vai acontecer nesses quatro dias. O turismo de cachoeira, para quem não quer só pular Carnaval, e gente que não quer pular Carnaval ter também um tempo com retiro na natureza, contemplativo", destaca Marcelo.

Apoio gratificante

Para Marcelo Mariano, o apoio da Fundação de Cultura é muito importante para animar o Carnaval em Coxim. "É muito gratificante porque a gente sente nos encontros que a gente teve ano passado que grande maioria do interior precisa desse carinho, desse olhar, e esse apoio ajuda a nossa cidade a crescer culturalmente e a mostrar que o povo gosta das tradições".

Já o presidente da Liga Independente dos Blocos Carnavalescos de Corumbá (Liblocc), Rashid Arruda Ahmad, que recebeu R$ 300 mil reais para fomentar o desfile dos blocos na Cidade Branca, disse que a importância desse recurso e da parceria com o Governo do Estado é fomentar a cultura em Corumbá, do Carnaval, que o povo ama, o maior do Centro-Oeste.

"Nos últimos anos vem crescendo cada vez mais a força dos blocos oficiais de Corumbá. Desde a pandemia a gente teve um problema de inflação do custo dos materiais e esse recurso nos ajuda a sanar as despesas. Fora que o recurso público ele não é só para a cultura, para o Carnaval, mas ajuda a fomentar a economia local, ajuda na parte do turismo, ajuda os comerciantes, rede hoteleira, restaurantes, ambulantes", comenta Rashid.

O secretário da municipal de Cultura e Turismo de Aquidauana, Youssef Saliba, disse que o Carnaval de Aquidauana este ano será realizado apenas em Piraputanga. "Já é o décimo primeiro ano que a gente realiza este Carnaval, ele é muito esperado, é um Carnaval que arremete aos antigos carnavais de clube", destaca o gestor, que continua.

 

"Ele é feito na praça central do distrito, é totalmente aberto, totalmente de graça, ninguém paga nada, com muita segurança particular e segurança da polícia. São duas bandas que vão tocar, uma das bandas inclusive nós solicitamos ao Governo do Estado por meio da Fundação de Cultura. A população aqui é muito animada, porque vai muita gente ali e são três noites e este ano terá uma matinê, um evento para as crianças", explica.

Um concurso de blocos para escolher o pessoal mais animado também integra a programação do Carnaval em Piraputanga, que recebe visitantes de Campo Grande, Sidrolândia, Dourados, Miranda, Bodoquena, Dois Irmãos do Buriti, e outros municípios da redondeza. Segundo Saliba, o Carnaval no distrito de Piraputanga tem um cunho também de atrair o turismo.

"Durante a noite as festas e durante o dia, à tarde, o pessoal faz os passeios, vai andar de barco, subir morro, fazer trilha, avistar pássaros. Isso movimenta o comércio local que por vezes é muito parado. Os comerciantes aqui de Aquidauana e região vêm vender os seus produtos. É um evento para trazer sustentabilidade ao pessoal local, e as pousadas, as residências de locação, nessa época é tudo lotado, todo mundo trabalha bastante".

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS