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Carlos tinha medo de lambari, mas pescou pintado de 50kg

Jovem usa as redes sociais para divulgar pescaria esportiva pelo Estado

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27 de setembro de 2022

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Campo Grande News - Cleber Gellio

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“Olha o tamanho desse surubim que meu neto pegou em Rochedo. Tem gente que gasta um rio de dinheiro pra ir pescar na Argentina e pegar um desses”, comentou Bete Coelho.

A sugestão chegou via Direto Das Ruas, de uma avó surpresa com o tamanho do pintado que o neto, Carlos Eduardo, pescou no Rio Aquidauana, em Rochedo (), na última semana. “Olha o tamanho desse surubim que meu neto pegou em Rochedo. Tem gente que gasta um rio de dinheiro pra ir pescar na Argentina e pegar um desses. Todo mundo parou de pescar pra ver a briga com o peixe, foi quase uma hora pra tirar d´água”, comentou Bete Coelho, de 57 anos.

Acostumado a pescarias desde criança, quando acompanhava o avô, Antônio, o rapaz mostrava habilidade com os equipamentos e tomou gosto pela pescaria esportiva. Hoje, aos 18 anos, ele filma e divulga suas expedições pelos rios do estado nas redes sociais.

No vídeo postado em sua página, Magrão, como é conhecido, logo no início da pescaria trava uma batalha com o peixe, enquanto amigos que estavam na embarcação torcem para ele.   Até que o pescador, já ofegante, visualiza o tamanho do bicho e não conteve os gritos: “É muito grande, o maior que eu já peguei. Obrigado meu deus! Obrigado meu deus! Caramba!”, festejou.

Já dentro do barco, Carlos já nem tem forças para levantar o pintado e sentado ao barco coloca o animal sobre as pernas, ainda comemorando o feito. “Estou sem forças já, tá no meu colo”, expressa mais uma vez o tom de satisfação do momento.

Após aplausos dos colegas de pesca, a cena mais bonita: uma foto com o exemplar sobre o peito e em seguida realiza a soltura. “Um dos peixes mais fortes que existe, coisa de louco ele arrastando o barco. Parece até de estimação. Este aqui vai pra vida também porque ele merece. Vai embora pintado”.

Medo de lambari – Avó, mãe e incentivadora do neto, dona Bete é uma piadista de plantão e não perde a oportunidade de comentar sobre as pescarias de Magrão. Ela ainda revela os traumas do menino na infância. “Na verdade era Magrinho e tinha medo até de lambari, pois quando pegava nem do anzol tirava. Hoje pega peixe quase do tamanho dele. Acredito que esse surubim tenha uns 50 quilos, mas se perguntar para eles vão dizer que tem mais porque são mentirosos”, brinca a avó, referindo-se às histórias de pescadores, nem sempre confirmadas.

Mas neste caso, as imagens comprovam a veracidade dos relatos, assim como em outras ocasiões. Como a que fisgou um dourado de 13 quilos. “Se eu não tivesse filmado ninguém acreditaria”.

A reportagem tentou contato com Carlos Eduardo, mas não conseguimos resposta. Segundo a avó, ele está de volta a Rochedo e deve estar embrenhado em algum local onde não pega telefone. “Talvez no rio”.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS