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Carlos Alberto Coimbra confirmado para diretoria do HU

O advogado, empresário e ex-presidente do Hospital do Câncer Dr. Alfredo Abrão de Campo Grande e Presidente do Conselho Curador do Hospital Carlos Alberto Moraes Coimbra foi confirmado pelo Reitor da UFMS Professor Marcelo Turine como novo diretor do Hospital Universitário ( HU)

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15 de setembro de 2017

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O advogado, empresário e ex-presidente do Hospital do Câncer Dr. Alfredo Abrão de Campo Grande e Presidente do Conselho Curador do Hospital Carlos Alberto Moraes Coimbra foi confirmado pelo Reitor da UFMS Professor Marcelo Turine como novo diretor do Hospital Universitário ( HU). Com a saída da atual diretoria do Hospital, a direção da Universidade promoveu desde ontem a escolha dos nomes dos novos diretores que assumem brevemente. Carlos Alberto Coimbra é filho do ex-prefeito de Campo Grande Dr. Albino Coimbra Filho que também exerceu os mandatos de vereador e Deputado Federal como também a Chefia da Casa Civil do Governo Pedro Pedrossian. Sua mãe Marilene Coimbra também foi vereadora , deputada estadual e Secretária de Turismo do Estado no governo de Wilson Martins. Carlos Coimbra assumiu a direção do Hospital do Câncer num momento conturbado e muito difícil para a entidade onde diversas denúncias assolaram o hospital e os colaboradores suspenderam suas ações causando enorme dificuldade para o cotidiano dos pacientes. Com muito equilíbrio e dedicação ele e sua diretoria conseguiram colocar muita coisa em ordem e com pouco tempo o HC acabou virando referência em gestão e atendimento. As obras paralisadas começaram a ganhar corpo e a dificuldade financeira foi equacionada graças ao prestígio pessoal de Carlos Coimbra que conseguiu muitos recursos para o hospital contando com apoio da classe política do estado que não mediram esforços para atender as necessidades da entidade . Através dessa gestão modelo o HC conseguiu superar suas dificuldades e com isso o nome de Carlos Alberto começou circular como um gestor que poderia sanar os problemas vividos pelo HU. O reitor Marcelo Turine disse que o nome de Coimbra é um foco de gestão de sucesso, sem nenhuma aresta na sociedade e que o seu equilíbrio profissional vai ajudar muito o cotidiano do hospital. " Eu quero somar com todos da diretoria e servidores do HU. Vamos tornar o hospital uma referência com muito trabalho e dedicação focando sempre a qualidade no atendimento e no acolhimento aos pacientes e seus familiares . A saúde passa por momentos delicados por conta da falta de recursos e não podemos esperar nada cair do céu e sim movimentar para que as coisas aconteçam de forma organizada e séria. " disse Carlos Alberto Coimbra , que aguarda os procedimentos de praxe e burocráticos para ter confirmado seu nome na diretoria do HU visto que o reitor Marcelo Turine já adiantou seu nome como novo integrante da equipe que vai dirigir o HU.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS