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Caravana da Saúde chega a Três Lagoas

Com um total de 140 cirurgias agendadas no município, o hospital dividirá juntamente a Santa Casa de Bataguassu as cirurgias hospitalares da região

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3 de junho de 2015

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O Hospital Nossa Auxiliadora de Três Lagoas iniciou no sábado (30) as primeiras cirurgias de média complexidade agendadas pela Caravana da Saúde no município. Com um total de 140 cirurgias agendadas no município, o hospital dividirá juntamente a Santa Casa de Bataguassu as cirurgias hospitalares da região. Entre as especialidades estão ortopedia, ginecologia e cirurgia geral.
Na manhã de domingo (31) os pacientes que passaram pelas primeiras cirurgias e aguardavam alta, falaram sobre a chegada da Caravana na cidade e as expectativas com a realização dos procedimentos.
A moradora de Três Lagoas, Francisca da Conceição Torres, 69 anos acompanhada da filha Angela da Conceição Torres, falou sobre as dificuldades enfrentadas com os sintomas de uma hérnia há cerca de um ano, conseguindo tratá-la após o agendamento da cirurgia pela Caravana da Saúde. “Percebi há cerca de um ano e era muita dor quando fazia esforço”, disse Francisca. “Ficamos aguardando exames até o diagnóstico por aproximadamente um ano. Quando nos confirmaram a cirurgia pela chegada da Caravana da Saúde, foi tudo muito rápido. Em menos de dois dias tudo foi realizado” disse Ângela, que acompanhava a mãe após ter alta hospitalar.
Para Viviane Aparecida da Silva, 32 e moradora em Três Lagoas, a sua maior dificuldade para o seu tratamento foi a demora em conseguir em diagnóstico até ter a sua cirurgia de vesícula confirmada.
“Eu chegava a ter várias crises de dor durante o dia. Mesmo indo às UPAs e em clínica não conseguiam chegar a uma solução. Consegui o diagnóstico após um ano e em abril a secretaria de saúde me ligou confirmando a cirurgia pela caravana da Saúde. Eu já tinha ouvido falar do programa por que conhecia uma pessoa que já tinha me falado sobre a edição de Coxim e que havia passado pelas cirurgias. Desde então fiquei interessada sobre a Caravana. Para mim, sem dúvida é um alívio depois de tanta espera. Posso retomar a minha vida com mais tranquilidade”, comemorou Viviane.
Já Sebastião Bento da Silva, 45 anos, também destacou a rapidez com que conseguiu a realização da sua cirurgia de hérnia através da Caravana da Saúde. “No começo a dor era pequena, fazia exercícios e sentia um incomodo no abdômen. Como o passar do tempo foi piorando e tive que buscar atendimento médico. Em questão de meses iniciei o tratamento mas sem confirmação de cirurgia. Semanas atrás a clínica médica me ligou falando da Caravana da Saúde e foi um alívio. Com certeza é uma tranquilidade maior para o paciente que está aguardando há tempos procedimentos deste tipo”, destacou Sebastião.
A Caravana da Saúde chega a sua terceira edição após passar por Coxim e Ponta Porã. No dia 9 de junho as cirurgias hospitalares continuam e as consultas oftalmológicas serão iniciadas na estrutura que será montada no Parque Arena Mix, sendo o Dia D para os atendimentos no dia 14 de junho, onde serão realizadas consultas e exames em outras especialidades como cardiologia, ortopedia e exames como ressonância, mamografia e ultrassom.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS