quinta, 04 de junho, 2026
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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul atuará conjuntamente com o Governo do Estado, os demais Poderes, prefeituras e entidades, nas ações de regionalização dos serviços em saúde, com a reestruturação da rede de assistência em 11 microrregiões do Estado. A parceria foi firmada nesta segunda-feira (16), durante a solenidade de lançamento da Caravana da Saúde, em Campo Grande-MS. “Sabemos que a saúde é a principal demanda, o clamor primeiro da população e a Assembleia Legislativa estará junto com o governo nesta iniciativa, que tem como um de seus objetivos reduzir e até zerar a demanda por cirurgias eletivas no Estado, o que também vai fortalecer as regiões”, explicou o presidente da Casa de Leis, Junior Mochi (PMDB).
Discursando em nome dos 24 deputados estaduais, Mochi lembrou que os prefeitos enfrentam muitas dificuldades para garantir o mínimo atendimento em saúde, considerando o reduzido Orçamento próprio das cidades. “As contas não batem nos municípios e, também por isso, nós, deputados estaduais, estamos envidando esforços para reduzir custos e devolver parte do duodécimo ao Governo do Estado, para que também aplique nas ações da saúde”, enfatizou. Participaram da solenidade os deputados estaduais: Zé Teixeira (DEM), Onevan de Matos (PSDB), Eduardo Rocha (PMDB), Marquinhos Trad (PMDB), Mara Caseiro (PTdoB), Beto Pereira (PDT), Barbosinha (PSB), Lidio Lopes (PEN), Antonieta Amorim (PMDB), Renato Câmara (PMDB), Professor Rinaldo (PSDB) e Grazielle Machado (PR).
O secretário estadual de Saúde, Nelson Tavares, ressaltou a importância da parceria com o Parlamento Estadual. “Nosso agradecimento aos deputados estaduais, que têm sido fundamentais na articulação regional para a implantação deste sistema”, afirmou. Segundo ele, 30 entidades parceiras também integram a Caravana da Saúde, que levará atendimento médico especializado ao interior do Estado, com cirurgias eletivas, exames laboratoriais e de imagem, entre outros serviços. A primeira ação será realizada dia 29 de março, em Coxim, região Norte.
“Temos que resolver a saúde, porque é a prioridade de todas as pessoas”, enfatizou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Ele informou que 18.800 pessoas aguardam por algum procedimento cirúrgico eletivo no Estado, sendo que, desse total, 9 mil estão esperando por uma cirurgia de catarata. Azambuja explicou ainda que a ação reúne esforços de entidades e do Poder Público e agradeceu a parceria da Assembleia Legislativa. “Quero agradecer aos deputados porque tenho certeza que estão economizando para nos ajudar a atender às demandas do Estado, para ajudar a fortalecer a estrutura governamental”, disse. No total, 170 profissionais farão parte da Caravana da Saúde, que realizará os atendimentos em 14 ônibus adaptados. Serão oferecidas consultas odontológicas, tomografia computadorizada, raio-x, mamografia, além da aferição da pressão, exames de glicemia e de HIV. Haverá também palestras preventivas e as entidades parcerias disponibilizarão serviços diversos, como emissão de documentos. (AL/MS)
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS