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Capacitação através do Programa Rede Solidária incentiva sul-mato-grossense a empreender

O empreendedorismo, mesmo que de forma informal, se tornou uma opção de renda e de crescimento para muitas famílias.

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8 de outubro de 2021

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Deise Helena, Rede Solidária

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Abrir o próprio negócio ou apostar em uma habilidade para oferecer um serviço é a saída para muitos sul-mato-grossenses que precisam gerar renda e buscar seu sustento. O empreendedorismo, mesmo que de forma informal, se tornou uma opção de renda e de crescimento para muitas famílias.

Dados de uma pesquisa apresentada pelo Sebrae/MS aponta crescimento no empreendedorismo no Estado de 5% para a categoria formal e de 21% para a informal no primeiro semestre de 2021. 

Vilma de Souza (de branco): feliz por aperfeiçoar e aprender novas técnicas

Para auxiliar as pessoas que querem e precisam buscar gerar sua própria renda, muitas delas vivendo em situação de vulnerabilidade social e participantes de programas de benefício eventual, o Governo do Estado, por meio do Programa Rede Solidária, gerido pela Sedhast (Secretaria de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho), oferece cursos de capacitação gratuitos.

“São modalidades que a pessoa pode ter um retorno imediato com a venda da sua produção ou oferecendo algum serviço, seja autônomo ou em alguma empresa, gerando renda para sua família ou abrindo novos caminhos na sua carreira”, analisa Paulo Xavier, diretor do Rede Solidária Unidade Iria Leite, do bairro Jardim Noroeste.

Jakys Vieira

Paulo lembra que o programa coleciona diversos relatos de pessoas que aproveitaram a oportunidade e capacitação gratuita e começaram seu próprio negócio. É o caso do casal Jakys Rubens Vieira e Luciana Ribeiro Lacerda, que fizeram o curso de panificação ainda em 2018, onde surgiu a vontade de empreender. “Compramos maquinários e investimos nos materiais de qualidade, nossa clientela cresceu, geramos uma renda boa, a pandemia atrapalhou um pouco nossas vendas mas estamos confiantes que tudo está melhorando, e nós também buscando novas alternativas, por exemplo, minha esposa já está matriculada no curso de roupa para Pets. A gente não pode parar e o Rede sempre tá junto com a gente”, conta Jakys.

A esperança na mudança de vida também marcou o encerramento do curso de Confeitaria, ministrado no Rede Solidária I, no bairro Dom Antônio Barbosa. Para diretora da unidade, Cristina Mezza, os participantes finalizaram o curso com bastante entusiasmo. “É uma oportunidade única, principalmente para moradores de bairros mais periféricos, de poder ter acesso à capacitação profissional gratuitamente, e eles sabem dessa oportunidade. É a chance de ter uma profissão, de mudar sua realidade e poder ter autonomia para trilhar sua vida com perspectiva”, analisa.

Cheia de planos e sonhos, Vilma Assis de Souza, aluna do curso, espera poder melhorar sua técnica e empreender com a venda de bolos. “Escolhi o curso para aperfeiçoar meu trabalho, já vendo bolos para amigos e família. Estou muito feliz e confiante que vou poder aumentar minha renda com as novas técnicas e principalmente fazer a conta de quanto custa meu produto”, relata.

Wilver tem novas perspectivas profissional com o curso

Para Wilver Ramos Barbosa, que já trabalha com a venda de bolos e pães, ter finalizado o curso é uma importante conquista. “Como já trabalho nesse ramo eu busquei o curso para somar com o que já sei, aplicar os conhecimentos, agradar mais a clientela, e aumentar minha renda. Foi um aprendizado muito gratificante e a expectativa é a melhor possível”, afirma.

Nos 6 anos de implantação do Programa Rede Solidária já foram beneficiados mais de 3.800 pessoas, entre jovens e adultos, através de cursos diversos, sejam de inciativa da própria direção ou em parceria como, por exemplo, com o Sistema Nacional de Aprendizagem (Senai), que até o final do ano estará disponibilizando em conjunto com o Governo do Estado, um total de 500 vagas em cursos de capacitação atendendo diversas áreas como gastronomia, confecção, construção civil, mecânica, até os mais modernos como o de sistemas de energia fotovoltaica.

As inscrições estão abertas para público em geral. Para informações e inscrições entre em contato com o Rede Solidária pelo telefone (67) 3344-3877.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS