quinta, 04 de junho, 2026
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Natural de Campo Grande, Gabriel Mongenot Santana Milhomem Santos, de 25 anos, foi morto a facadas em Copacabana, no Rio de Janeiro, e encontrado na madrugada de ontem (19). Ele estava na cidade para assistir ao show da cantora norte-americana Taylor Swift. Um suspeito do crime identificado como Jonathan Batista Barbosa foi preso horas depois na mesma região.
Os shows da cantora norte-americana acontecem no Estádio Nilton Santos, o Engenhão, na Zona Norte do Rio. Contudo, a apresentação foi adiada pouco antes da abertura dos portões.
Segundo a Polícia Militar, o corpo do jovem foi encontrado na areia da praia, na esquina da Rua Figueiredo de Magalhães com a Avenida Atlântica. Gabriel tinha perfurações de objeto cortante e os pertences não foram encontrados. Dois homens são suspeitos do crime. O caso é tratado como latrocínio, roubo seguido de morte.
A PM informou, ainda, que um dos suspeitos foi preso na mesma região algumas horas depois do crime. Jonathan Batista Barbosa tem passagens criminais pelos crimes de porte de arma de fogo, roubo, furto, lesão corporal, homicídio e receptação. Ele já havia sido preso, no entanto, a Justiça concedeu um alvará de soltura ao suspeito neste sábado (18), segundo o jornal O Dia.
Um amigo de Gabriel comunicou a família, que mora em Campo Grande. Atualmente, o garoto residia em Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde fazia faculdade de Engenharia Aeroespacial. Em Mato Grosso do Sul, ele chegou a cursar Medicina pela UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), mas desistiu.
Gabriel Mongenot é filho de Inês Mongenot Santana, secretária adjunta da SAS (Secretaria de Assistência Social) de Campo Grande.
Show - Sábado (18), o Corpo de Bombeiros realizou mais de 50 atendimentos ao público a fãs que aguardavam a abertura dos portões neste sábado (18), ainda conforme apurado pelo jornal carioca. Pelo menos 11 pacientes foram encaminhados em estado grave para o Hospital Municipal Salgado Filho e para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Engenho Novo.
Na sexta-feira (17), outra sul-mato-grossense morreu após passar mal. A estudante de psicologia, Ana Clara Benevides, de 23 anos, teve uma parada cardiorrespiratória durante o show de Taylor Swift. A jovem era natural de Sonora.
O show de sábado foi adiado para segunda-feira (20), mas a apresentação deste domingo (19) está sendo realizado.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS