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Campanha arrecada kit higiene para mulheres em situação de vulnerabilidade social

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10 de agosto de 2021

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Mireli Obando, Subcom (com informações DPGE)

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O Governo do Estado é parceiro da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul na Campanha Kit Higiene Feminina que vai arrecadar itens básicos de higiene para mulheres de comunidades atendidas pela Central Única de Favelas (Cufa) até o dia 20 de agosto. 

Podem ser doados absorventes, shampoos, condicionadores, desodorantes, escovas de dente, creme dental, sabonetes, cremes hidratantes e lenços umedecidos. 

Além dos pontos fixos de coleta como a Casa da Mulher Brasileira e DPGE no Parque dos Poderes, é possível entregar as doações na Secretaria de Estado de Saúde (SES) ou no prédio da Secretaria de Cidadania e Cultura (Secic), que fica na região central de Campo Grande. 

“Essa iniciativa da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul merece destaque e amplo apoio da sociedade, pois sabemos que infelizmente muitas mulheres vivem em situação de extrema vulnerabilidade social. Nós apoiamos e enaltecemos esse movimento de cidadania do Núcleo Institucional de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher – NUDEM, que chama atenção para um tema de extrema importância”, destaca João César Mattogrosso, Secretário de Estado de Cidadania e Cultura. 

A campanha integra as ações do Agosto Lilás, que desde 2015 promove o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher m Mato Grosso do Sul, e também busca ampliar a divulgação da Lei Maria da Penha que completou 15 anos. 

O objetivo da DPGE é estimular a solidariedade e incentivar a participação da sociedade. A defensora pública-geral, Patrícia Elias Cozzolino de Oliveira, explica que a iniciativa vai de encontro à missão da Defensoria Pública, de promover, assegurar e dar visibilidade à dignidade das pessoas que estão em situação de hipervulnerabilidade.

“A Defensoria entende que campanhas como essa, neste momento tão delicado que vivemos, são fundamentais. As mulheres, em especial, têm sido as mais afetadas durante a pandemia sob diversas formas, e nós precisamos unir esforços para garantir dignidade a quem mais precisa”, comentou a defensora pública-geral.

Atenção aos pontos de arrecadação:

Unidade Centro: Rua Antônio Maria Coelho, 1668, Centro;

Unidade Afonso Pena: Avenida Afonso Pena, 3850, Centro;

Unidade Belmar: Rua Arthur Jorge, 77, Centro;

Unidade Fórum: Rua da Paz, 14, Jardim dos Estados.

DPGE: Avenida Desembargador José Nunes da Cunha, s/n, bloco IV, 1º andar, Parque dos Poderes.

Cufa: Rua Salamanca, 133, Bairro Bonança.

Casa da Mulher Brasileira: Rua Brasília, Lote A, Quadra 2 s/n - Jardim Imá.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS