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Agosto Lilás

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Campanha Agosto Lilás conscientiza população sobre violência contra a mulher

O objetivo é difundir as ferramentas existentes para evitar e denunciar a violência contra as mulheres no âmbito doméstico, familiar e afetivo por meio de palestras, orientações e rodas de conversa em escolas, igrejas, associações comunitárias, instituições sociais, militares, empresas, entre outras.

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28 de agosto de 2018

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Assessoria

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Ação de panfletagem realizada na manhã de ontem no semáforo da avenida Presidente Dutra com rua Delmira Bandeira teve como objetivo informar a população sobre a importância de denunciar as diversas formas de violência contra a mulher.
Em Coxim, ao longo do mês de agosto estão sendo realizadas diversas ações pela Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (SEMCAS), em parceria com a Subsecretaria Estadual de Políticas Públicas para Mulheres , que enviou uma técnica para realizar palestras e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, com a presidente contribuindo nas atividades e também com policiais femininas do 5ºBPM.
O objetivo é difundir as ferramentas existentes para evitar e denunciar a violência contra as mulheres no âmbito doméstico, familiar e afetivo por meio de palestras, orientações e rodas de conversa em escolas, igrejas, associações comunitárias, instituições sociais, militares, empresas, entre outras.
Rayane Almeida, coordenadora municipal de Políticas Públicas para as Mulheres explica que  o Agosto Lilás é uma campanha instituída na lei nº 4969 pelo Governo do Estado, desde 2016, que visa sensibilizar a sociedade sobre a violência doméstica e familiar e reforçar também a lei Maria da Penha, que esse ano completou 12 anos de existência, no dia 07 de agosto.
"Trabalhamos a sociedade em si nessa sensibilização sobre a violência e seus tipos: física, sexual, psicológica, moral e patrimonial. Isso é importante para minimizarmos ou mesmo acabar com os números de casos de violência contra a mulher", diz ela.
"Hoje, como um ato de encerramento do mês de agosto, nós realizamos essa panfletagem. É uma blitz educativa, de conscientização da sociedade. Esse mês, tivemos bastante atividades, com um cronograma bem extenso de palestras em escolas, CRAS, CREAS, igrejas e outros setores que somos solicitados", conta Rayanne.
"Esse trabalho é de 'formiguinha'. Aos poucos, vamos fazendo com que a sociedade entenda que a questão da violência, seja ela de qual forma acontecer, não é certa. Temos que ensinar desde a escola, tanto meninos quanto meninas, que a violência não é normal. Sabemos que isso é muito cultural, temos uma cultura muito machista, mas é importante realizar esse trabalho de conscientização desde as crianças até os adultos", destaca ela.
"Trabalhamos mês a mês nessa questão. Agora, temos uma ajuda no Centro de Referência em Atendimento à Mulher Vítima de Violência (CRAMVV). Com essa campanha e divulgação, várias denúncias e pedidos de ajuda estão surgindo. Hoje, temos uma psicóloga para colaborar com a vida dessas mulheres", esclarece Rayane.
Para finalizar ela diz que as mulheres podem procurar a DEAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) aqui em Coxim e registrar um Boletim de Ocorrência. Dependendo da situação, se for uma questão de urgência e emergência, alguém pode chamar a Polícia Militar no 190. Após o registro do Boletim de Ocorrência, essa mulher será encaminhada para um acompanhamento para que essa mulher seja fortalecida para sair desse ciclo de violência.
Disque 180 – Importante ferramenta de denúncia, o 180, criado em 2005, serve de canal direto de orientação sobre direitos e serviços públicos para a população feminina em todo o País (a ligação é gratuita), mesmo de celulares.

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS