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Caminhoneiros reclamam de preços abusivos em MS durante quarentena e cogitam parar

Comerciantes dobraram até preço do marmitex e motoristas reclamam da falta de estrutura para o setor

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30 de março de 2020

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MídiaMax

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Com toque de recolher e quarentena imposta em muitas cidades brasileiras devido a pandemia do coronavírus, muitos caminhoneiros que continuam os trabalhos pelas rodovias do país reclamam da falta de estrutura e de até alimentação durante a jornada de trabalho ter duplicado de valor.

Em Mato Grosso do Sul, o diretor do Sindicam (Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul), Roberto Sinai disse ao Jornal Midiamax que já recebeu muitas reclamações de motoristas que não conseguem nem encontrar comida para comprar devido ao toque de recolher imposto em várias cidades, e quando encontram os preços são abusivos.

“Antes, um marmitex que era vendido a R$ 12, hoje o caminhoneiro não consegue por menos de R$ 20. Até para o caminhoneiro usar pátios de postos de combustível para dormir estão tendo de pagar”, disse Roberto, que não descartou uma paralisação espontânea já que muitos motoristas estão reclamando de falta de estrutura.

Ainda segundo Roberto, muitos restaurantes nas rodovias estão fechados e quando os caminhoneiros encontram algum estabelecimento aberto se depararam com preços altos. “Estamos vivendo em um caos e a categoria está sem amparo, e temos de nos deparar com pessoas que tentam tirar proveito da situação”, completou.

Segundo Roberto não seria uma greve, mas a paralisação acabaria acontecendo por que o caminhoneiro não estaria encontrando amparo para trabalhar. O sindicato no Estado representa cerca de 20 mil trabalhadores. Reuniões já teriam sido feitas com o Governo e representantes do Legislativo, mas até o momento nada havia sido resolvido. “Pedimos a abertura das praças de pedágio para que os caminhoneiros não tivessem contato com os cobradores e não recebemos resposta alguma”, finalizou Roberto Sinai.

Derlei Andreucce de 43 anos contou ao Jornal Midiamax que a maior dificuldade que está enfrentando é com a alimentação, “Não tem onde comer na estrada, muitos postos de São Paulo para Campo Grande estão fechados”, disse. Outro motorista que relatou dificuldades para se alimentar é o caminhoneiro Hércules Flávio de 33 anos, que disse que os postos já estão fechando às 18 horas e que nem banho está conseguindo tomar.

A gerente do posto de combustível na saída para São Paulo, Sueli Aparecida, disse que foram tomadas algumas atitudes para prevenção dos funcionários do local, como não permitir que os caminhoneiros se sirvam no restaurante, sendo apenas os funcionários autorizados a fazerem isso, além de limitar a entrada dos motoristas para não ter aglomerações no local.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS