quinta, 04 de junho, 2026
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A 1ª Caminhada pelo fim do Feminicídio reuniu centenas de pessoas na manhã deste sábado (01/06). A ação deu início as atividades da “Semana Estadual de Combate ao Feminicídio”, coordenada pelo Governo de Mato Grosso do Sul.
O Mato Grosso do Sul tem como madrinha da Campanha Estadual de Combate ao Feminicídio, a atriz e modelo Luiza Brunet participou da caminhada. “É muito importante dar início a campanha no Estado onde nasci. A violência doméstica é um problema social grave. Minha forma de contribuir para mudar essa realidade é botando a mão na massa e lutando pelas mulheres. Por isso, é simbólica a realização dessa caminhada”, disse Brunet.
A subsecretária de Cidadania do Governo do Estado, Luciana Azambuja, destacou que o objetivo da campanha é a conscientização e mobilização. “Precisamos alertar a sociedade sobre a violência contra a mulher e contra o feminicídio. É um problema da sociedade. É necessário mostrar que não é normal. A conscientização é a melhor forma de combate ao feminicídio”, completou.
A Lei estadual nº 5.202, de 30 de maio de 2018, de iniciativa do Governo do Estado, instituiu o dia 1º de junho como o “Dia Estadual de Combate ao Feminicídio”, com objetivo de sensibilizar e conscientizar toda a sociedade de que a violência sofrida pelas mulheres muitas das vezes leva à morte violenta, divulgar os serviços e os mecanismos legais de proteção à mulher em situação de violência e as formas de denúncia. Com a normatização da lei também foi instituída a Semana Estadual de Combate ao Feminícido. Com essas políticas públicas, o desafio do Governo do Estado é sensibilizar toda a sociedade civil no combate à violência contra a mulher.
A Campanha Estadual de Combate ao Feminicídio prossegue com atividades nos 79 municípios: caminhadas, panfletagens, blitzes educativas, palestras e rodas de conversa. O trabalho é focado em três frentes: orientação de mulheres sobre serviços existentes e locais de ajuda; informação sobre atitudes agressivas e como elas violam os direitos das mulheres; e discussão sobre a necessidade de enfrentamento à violência contra mulheres.
A 1ª Caminhada pelo fim do Feminicídio foi realizada pelo Governo do Estado, com organização da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (SEGOV), da Secretaria Especial de Cidadania – Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres e da Fundesporte. Tem o apoio da Sanesul e MSGÁS. Conta com as parcerias: Assembleia Legislativa de MS; Tribunal de Justiça de MS; Ministério Público de MS; Defensoria Pública de MS; Prefeitura Municipal de Campo Grande – Subsecretaria Municipal de Políticas para Mulheres; OAB/MS; UAB/MS; IBDFAM/MS; AMDEF/MS; ISMAC/MS; CMNegras/MS.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.