quinta, 04 de junho, 2026
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Incêndio no Camelódromo de Campo Grande mobiliza a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros neste domingo (11). O comércio fica bem ao lado de um posto de combustíveis, no Centro da Capital.
Imagens recebidas por volta das 16h30 pelo Direito das Ruas, mostram que a fumaça se espalhou pelas ruas próximas e chamas avançaram até os pavimentos mais altos do prédio.
Viaturas do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar fecham os acessos da Rua 15 de Novembro e Rua Calógeras à Avenida Afonso Pena, para evitar que veículos passem em frente ao local.
Incêndio é controlado e comerciantes chegam para ver prejuízos no Camelódromo
Em cerca de 30 minutos após começaram a combater incêndio no Camelódromo de Campo Grande, neste domingo (11), bombeiros conseguiram conter as chamas. Ao menos do lado de fora, é possível ver que não há mais fogo e que a fumaça começa a se dissipar.
Comerciantes estão chegando ao local e se misturando aos curiosos. Abalados, alguns choram pelo medo de terem perdido toda a mercadoria exposta ali. Ainda não há informações oficiais de quantos boxes foram atingidos. O centro comercial tem aproximadamente 450, no total.
Circula a suspeita que o incêndio tenha começado num notebook de uma das unidades, que foi esquecido com o carregador conectado à tomada.
Possíveis prejuízos - Pelas frestas da estrutura do Camelódromo, lojistas tentavam verificar se seus boxes foram atingidos.
Wellington Lopes, 44 anos, era um deles. O box onde ele trabalha fica na Rua Fábio Zahran, na parte lateral do prédio. Ele faz manutenção de notebooks. Caso o fogo tenha chegado ali, ele estima prejuízo total de R$ 50 mil, sendo R$ 30 mil em material próprio e R$ 20 mil em equipamentos de clientes. "Minha cunhada foi avisada pelas redes sociais. Moramos aqui perto e viemos correndo", conta, com uma criança no colo.
Felipe Medeiros, 32 anos, chegou a conseguir entrar no local após as chamas serem controladas. Ele pegou equipamentos que estavam no box de assistência técnica de celulares que mantém no local. Felizmente, confirmou que não houve prejuízo. "Ficamos felizes por não ter prejuízo, mas tristes pelos que tiveram. Somos uma família, então todos sentimos", disse.
Conforme o que viu Felipe, a fileira de box que começa no número 310 e vai em direção ao Mercadão Municipal, está intacta.
Roger Canaza, 40 anos, também tem um box de assistência técnica a celulares, onde há mais de 500 aparelhos. Ele ainda não sabe se teve prejuízo. Quanto aos cuidados contra incêndios no local, ele lembra que há dois anos foi instalado um sistema de controle. "Mesmo assim, sempre fico cismado. Antes de sair, tiro tudo da tomada para evitar que alguma coisa aconteça", disse.
Testemunha - Hamilton Marques, 48, foi a primeira pessoa a passar em frente ao local e perceber que havia fumaça. Ele acionou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros de imediato.
"Quando cheguei as chamas ainda não se alastravam. Falei até com o segurança do Camelódromo, que já estava fazendo o controle das chamas", relatou.
Acessos - Neste momento, encontram-se bloqueadas a Rua 15 de Novembro e Rua Fábio Zahran, nas proximidades do centro comercial.
Chegaram a ficar também a Avenida Ernesto Geisel, Rua 26 de Agosto e Afonso Pena, mas a passagem foi liberada em alguns minutos.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS