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Câmara realiza Sessão Solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

A Câmara Municipal de Coxim realizou na noite de terça-feira (10) uma Sessão Solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, onde cada vereador entregou moções de congratulação às personalidades femininas.

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12 de março de 2020

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Assessoria - CMC

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A Câmara Municipal de Coxim realizou na noite de terça-feira (10) uma Sessão Solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, onde cada vereador entregou moções de congratulação às personalidades femininas. A cerimônia contou com a presença da juíza Tatiana Dias de Oliveira Said, da assistente social do Centro de Referência de Atendimento à Mulher Vítima de Violência, Amanda Albrecht, e da secretária de educação Raquel Singh.
Segundo o presidente da câmara, vereador Vladimir Ferreira, o evento homenageia as lutas, conquistas e desafios superados pelas mulheres, “mas também serve para fazermos uma reflexão sobre aquilo que ainda não foi alcançado, daquilo que ainda precisa ser superado para que tenhamos realmente uma sociedade igualitária”.
Em seu discurso, a assistente social Amanda Albrecht comentou que basta ligar a televisão ou acessar a internet para ter uma noção de que a violência contra a mulher no Brasil vem crescendo. “O Brasil está entre os 10 países que mais matam mulheres no mundo. Dentre esses assassinatos, mais de 90% estão relacionados à violência doméstica, dentro de casa, perpetrada pelos próprios companheiros dessas mulheres”.
Segundo Amanda, qualquer mulher pode sofrer algum tipo de violência a qualquer momento, independente de classe social, de escolaridade, de raça ou idade. “Pode acontecer desde uma agressão verbal. Muitas vezes ela [a violência] existe e a gente nem se dá conta”. Ela diz ainda que a maioria “esmagadora” dos atos de violência contra a mulher parte dos homens.
“Eles têm em comum o fato de serem cidadãos brasileiros, de estarem aqui na nossa sociedade machista, opressora, patriarcal, sexista e misógina, que diz para eles o tempo todo, desde que nasceram, que o homem tem poder sobre a mulher”. Conforme a assistente social, é preciso educar os meninos para que, desde pequenos, entendam que uma mulher nunca terá menos valor que um homem. “Busquem transformar essa sociedade através dos seus filhos”.
Já a juíza Tatiana Dias de Oliveira Said parabenizou a câmara pela iniciativa e fortaleceu a fala de Amanda. “Infelizmente os dados são alarmantes. Nos últimos 12 meses, um milhão e seiscentas mil mulheres foram vítimas de violência ou tentativa de estrangulamento no Brasil”. Em Mato Grosso do Sul, já foram registrados seis feminicídios em 2020. Apesar de uma medida protetiva não ter salvo a vida de uma professora de 28 anos, assassinada pelo ex-namorado no dia 1° de março em Campo Grande, Tatiana ressaltou a importância desse instrumento.
“As medidas protetivas já salvaram milhares de mulheres no Brasil. Em Campo Grande temos duas varas de violência doméstica com cinco mil processos cada. São 10 mil processos e cinco mil medidas protetivas. A maior parte das vítimas não tinha nenhuma medida protetiva contra o agressor, então o judiciário não tinha sequer conhecimento dessas agressões”.
A juíza comentou ainda que a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul é a única do país onde não há nenhuma deputada. “Onde ficam as políticas públicas voltadas para as mulheres. Elas são mais da metade da população brasileira mas representam somente 18% dos membros do Congresso, e no Executivo, do nosso presidente Bolsonaro, entre os 22 ministros, apenas dois cargos são ocupados por mulheres”.
Segundo Tatiana, a mulher enfrenta machismo em todas as esferas. “Somos impedidas de alcançar esses postos. Os cargos preenchidos parecem que são cotas. Não obstante, 54% de toda a mão de obra do mundo é formada por mulheres, e nosso salário ainda é 38% menor. Temos que pensar em políticas públicas para fortalecimento e empoderamento das mulheres, para que possam romper o ciclo de violência”.

Confira a lista das agraciadas com Moções de Congratulação na Sessão Solene desta terça:

VEREADOR ODES DA SILVA:
Ilda Aparecida Cometki São José
Maria Lima Silva Berro

VEREADOR ADELSON JANÚNCIO:
Fátima Joana da Silva Pedroso
Raphaela Leite Silveira

VEREADOR AMOACIR ALEXANDRE:
Andressa Rodrigues Crepaldi
Helena Maria Dodero Silva

VEREADOR MECIAS ALVES:
Elba Flávia de Oliveira P. da Silva
Tatiana Dias de Oliveira Said

VEREADOR ABILIO VANELI:
Dalva Maia da Silva Magalhães
Vilsinete Gomes Lopes

VEREADOR SINVAL BATISTA:
Sônia Alves da Silva
Izailda Cunha

VEREADOR CARECA DA ILUMINAÇÃO:
Larissa da Cruz Monteiro
Sirlei da Silva

VEREADOR CARLÃO DA TRIÂNGULO:
Lucileni Aparecida Pereira
Emília Cruz dos Santos

VEREADOR VLADIMIR FERREIRA:
Thereza Cristina Ferreira Pedro
Valdivina Saraiva da Paz

VEREADORA DINALVA MOURÃO:
Érika Nery Mourão Tonial
Cátia Araújo Softov

VEREADOR EDMIR CÂNDIDO:
Rosângela Pereira Moraes

VEREADORA LUCIA DA AAVC:
Suzana Gomes Vieira
Iraci Elias da Silva Lemes

VEREADOR MARQUINHOS VAZ:
Gabrielle Almeida de Campos
Luzia aparecida Domiciano de Oliveira
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS