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Câmara abafa segunda prisão de procurador e diz que ação é de "foro íntimo"

Capital

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21 de setembro de 2016

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O presidente da Câmara Municipal, vereador João Rocha, do PSDB, evitou tecer qualquer tipo de manifestação sobre a prisão preventiva do procurador da Casa de Leis, André Scaff. 

Ele e a esposa Karina Mauro Scaff foram detidos após determinação do juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Carlos Alberto Garcete, na Operação Midas, realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).

Segundo João Rocha, o caso não tem qualquer tipo de envolvimento com a Câmara Municipal e ressaltou que estaria impedido de emitir qualquer tipo de declaração, uma vez, que a Casa não foi notificada oficialmente sobre a investigação. 

“Não posso emitir qualquer tipo de opinião, porque esse caso se trata de foro íntimo. Mas essas pessoas são conhecidas, amigas minhas, mas oficialmente, não fomos notificados sobre nada”. 

Além disso, o magistrado determinou a condução coercitiva de 22 pessoas, entre elas estão empresários, alguns já conhecidos de outras investigações, e dois vereadores, Carlão (PSB) que ocupa a função de 1º secretário da Casa de Leis, e o vice-presidente da Casa de Leis, Flávio César, do PSDB. Sobre eles, Rocha também explicou que a Casa de Leis não foi notificada, que o assunto seria de foro íntimo e que não poderia se manifestar. 

Ex-secretário titular da Seplanfic (Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Controle) durante a gestão do ex-prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, André Scaff foi preso pela segunda vez, considerando que, em maio deste ano, durante batida do Gaeco na residência do procurador e no gabinete dentro da Casa de Leis, ele foi detido por posse ilegal de munição, uma vez, que as balas não teriam registro. 

Em razão disso, o presidente apenas afirmou que André Scaff é servidor concursado da Casa e que as ações realizadas são ‘individuais’ e não teriam ‘vinculação’ com a Câmara Municipal.  Scaff, desde que foi alvo de ação do Gaeco, não sofreu qualquer tipo de sindicância pela Casa. 

Na lista de alvos da Operação Midas estão: André Luiz dos Santos, Andreia Silva de Lima, Ariel Dittmar Raghiant, Carlos Augusto Borges, Carlos Gustavo Cardoso Coppola, Conrado Jacobina Stephanini, Glávio César Mendes de Oliveira, Guilherme Muller, João Abib Mansur, João Alberto Krampe Amorim dos Santos, José Audax Cesar Oliva, José Luiz Moreno Bisogenin, Luciano Fonseca Coppola, Mariana Andrade D´avilla Souza, Olmar Aparecido Moura, Orlando Torre da Silva, Paulo Francisco Coimbra Pedra, Pedro Marilto Vidal de Paulo, Reginaldo João Bacha, Ricardo Schettini Figueiredo, Ricardo Teixeira Albaneze, Sandra Maristela.  

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS