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Infância

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Brincadeiras clássicas ajudam a combater os efeitos ocivos do excesso de telas

Esconde-esconde, amarelinha e outras brincadeiras promovem saúde emocional na infância

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9 de julho de 2025

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Fonte CE. Redação Gdsnews.

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O barulho de risadas no quintal, a disputa animada na amarelinha desenhada com giz no chão ou a concentração séria de uma criança tentando fazer a maior bolha de sabão do mundo são cenas cada vez mais raras em um mundo em que 73% das crianças brasileiras com idade entre 3 e 17 anos passam mais de quatro horas diárias diante de telas, conforme aponta a pesquisa TIC Kids Online.
Para além disso, estudos da Sociedade Brasileira de Pediatria alertam que o excesso de tempo digital na primeira infância está diretamente relacionado ao aumento de casos de ansiedade, déficit de atenção e dificuldades de socialização.
Mas há um antídoto simples e poderoso, testado por gerações: o brincar livre, aquele que exige apenas criatividade, um pouco de espaço e, o ingrediente mais importante, presença.
“Brincadeiras como esconde-esconde, amarelinha, teatro de fantoches, entre tantas outras, são muito mais do que simples passatempos. Elas cumprem um papel essencial no desenvolvimento global da criança, especialmente no aspecto psicológico. Por meio do brincar que a criança elabora sentimentos, compreende o mundo à sua volta, aprende a lidar com regras, frustrações e diferentes papéis sociais”, explica a psicopedagoga Olivia Carromeu.
Diante desse cenário, apresentamos 10 brincadeiras que são verdadeiras ferramentas de crescimento, com adaptações para apartamentos e grupos pequenos. Todas testadas por gerações e aprovadas pela ciência do desenvolvimento infantil.
“Garantir o espaço e o tempo para brincadeira não é apenas incentivar o lazer, mas promover saúde mental e desenvolvimento emocional saudável”, defende a especialista.
Quem é mais velho conhece bem essas brincadeiras. Mas não custa lembrar delas, para estimular a garotada.
1. Esconde-esconde
Um clássico que nunca sai de moda! Ideal para grupos grandes, a brincadeira exercita a agilidade, a estratégia e a paciência. Uma criança é escolhida para contar até um número combinado (como 30 ou 50) enquanto as outras se escondem. Quem for encontrado, deve correr até o “pique” (local combinado) antes do pegador. Se conseguir, está salvo; caso contrário, será o próximo a contar.
Dica: em espaços pequenos, como apartamentos, adapte a brincadeira usando apenas alguns cômodos ou criando regras como “esconderijos altos” (em cima de móveis baixos) para aumentar a diversão. Se apagar as luzes e fechar as cortinas, mantendo o ambiente escuro, a brincadeira vira um gato mia e a adrenalina é ainda maior.
2. Amarelinha
Com um giz e um chão liso, desenhe o traçado tradicional da amarelinha (numerada de 1 a 10 em quadrados alternados). As crianças devem pular em um pé só, evitando as casas com a pedrinha lançada. A brincadeira trabalha equilíbrio, coordenação motora e noção de números.
Dica: use fita adesiva colorida no chão para criar formatos diferentes, como espirais ou labirintos, e desafie os pequenos a percorrê-los de formas criativas.
3. Cabo de guerra
Basta uma corda resistente e duas equipes para uma disputa emocionante. Marque um centro na corda e desenhe uma linha no chão. O objetivo é puxar o time adversário para além da marcação. Além de fortalecer o trabalho em equipe, a brincadeira é ótima para gastar energia.
4. Pular corda
Sozinha ou em grupo, pular corda melhora o condicionamento físico, o ritmo e a resistência. Para brincadeiras em duplas ou trios, use uma corda maior e duas pessoas para girar enquanto uma terceira pula.
Adicione cantigas: “Um homem bateu em minha porta e eu abri. Senhoras e senhores, pulem num pé só…” Incentive as crianças a criarem suas próprias rimas para deixar a brincadeira ainda mais divertida.
5. Bolha de Sabão
Misture água, sabão líquido e um pouco de glicerina (ou xampu) para criar uma solução perfeita para bolhas resistentes. Use arames ou barbantes para fazer moldes grandes e desafie as crianças a criarem bolhas gigantes.
Dica: explique como a tensão superficial da água e o sabão formam as bolhas, transformando a brincadeira em uma aula prática de física.
6. Caça ao tesouro
Esconda pequenos objetos, bilhetes com charadas ou até mesmo doces pela casa ou quintal. Crie um mapa ou dê pistas para as crianças decifrarem. A brincadeira estimula o raciocínio lógico, a cooperação e a curiosidade.
7. Teatro de fantoches
Use meias velhas, sacos de papel ou bonecos para criar personagens. Peça às crianças que inventem uma história ou recontem um conto conhecido. O teatro desenvolve a imaginação, a expressão oral e a timidez.
8. Corrida de saco
Com sacos de estopa ou fronhas de travesseiro, as crianças devem pular até a linha de chegada. A brincadeira é ótima para promover competições saudáveis e gastar energia.
9. Mímica
Um jogo silencioso e cheio de risadas. Escreva nomes de animais, filmes ou objetos em papéis e uma criança deve representá-los sem falar enquanto os outros adivinham. A brincadeira aprimora a expressão corporal e a comunicação não verbal.
Dica: para crianças pequenas, use categorias simples, como “animais da fazenda” ou “ações do dia a dia”, para facilitar a compreensão.
10. Acampamento em casa
Monte uma barraca com lençóis, cadeiras e travesseiros. Conte histórias com lanternas, faça comidinhas e simule uma noite na floresta. A experiência fortalece os laços familiares e cria memórias inesquecíveis.
Para melhorar: se possível, leve as crianças para um acampamento real no quintal, com direito a observação de estrelas e marshmallows assados (com supervisão, claro!).

Fonte CE.
Redação Gdsnews.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS