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Geral
Os moradores da região devem ter, por quase seis meses, uma diferença de uma hora no fuso horário entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero (Paraguai).
4 de outubro de 2023
G1 MS
Diferente do Brasil, que está desde 2019 sem horário de verão, o Paraguai passou pela mudança no relógio nodomingo (1º). Na região de fronteira entre os países, moradores devem ajustar os horários e conviver com dois relógios diferentes.
Os paraguaios adiantaram os relógios em uma hora. Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, é dividida com Pedro Juan Caballero, no Paraguai, por apenas uma rua. Moradores transitam normalmente pelas duas cidades. Porém, os comércios, universidades e repartições públicas seguem os horários de cada país.
Os moradores da região devem ter, por quase seis meses, uma diferença de uma hora no fuso horário entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero (Paraguai).
A população está acostumada, tem estratégias para não se confundir, mas se não prestar atenção se complica.
A Universidad Sudamericana de Pedro Juan Caballero, por exemplo, tem vários estudantes brasileiros. Rosana Silva do Carmo conta como foi o primeiro dia de aula no horário de verão. “Horrível, acordando 5 da manhã pra chegar aqui. Estou com sono ainda. Deu certo, mas fiquei confusa com o horário.
” “Dois celulares pra despertar, pra não perder o horário. Foi difícil, mas estou aqui, meio com sono, mas estou aqui”, relata o estudante Gustavo Silva.
Na casa de uma família brasileira que parte estuda no Paraguai e parte estuda no Brasil, todo mundo teve que cair da cama mais cedo pra não se atrapalhar.
“A rotina é nos dois países, porque tenho uma filha que estuda no Paraguai e filhos que estudam no Brasil. Pode complicar porque a mente tem que estar programada. A gente tem que estar totalmente atento, porque senão passa batido compromisso”, afirma o empresário Antônio Vilar.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal