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Bombeiros reforçam combate aos incêndios no Pantanal, Bela Vista e região Leste

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23 de agosto de 2021

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Comunicação Governo MS

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O Corpo de Bombeiros intensificou o combate aos incêndios florestais que ocorrem há vários dias na região do Carandazal, Pantanal do Nabileque, entre Corumbá e Porto Murtinho, com apoio de mais militares, de aeronaves e das propriedades rurais. É a situação mais crítica atualmente da presença do fogo em Mato Grosso do Sul, devido às altas temperaturas e baixa umidade do ar, com a vegetação muito seca facilitando a propagação dos incêndios.

As ações de combate, prevenção e monitoramento dos focos de calor estão sendo desenvolvidas pela Operação Hefesto há 53 dias no Pantanal, com base em Corumbá, envolvendo 135 bombeiros, quatro viaturas e oito aeronaves. Uma Sala de Situação instalada no Centro de Proteção Ambiental – unidade do Corpo de Bombeiros dentro do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande – realiza monitoramento diário por satélite dos focos de calor.

Com o aumento do fogo no Carandazal, atingindo uma extensa floresta desta espécie nativa do Pantanal, o comando da Operação Hefesto, sob a responsabilidade da tenente-coronel Tatiane Dias de Oliveira Inoue, montou uma base operacional na região para dar suporte às aeronaves Air Tractor, as quais auxiliam os combates por terra com lançamento de água. Outra base opera no aeroporto internacional de Corumbá para atender o Norte do Pantanal.

Somente no domingo (22) foram realizadas cinco operações de combate às chamas, algumas fora do bioma pantaneiro – em Bela Vista, Água Clara e na RPPN Cisalpina (de responsabilidade da CESP), situada em Brasilândia, região Leste do Estado. No Paraguai-Mirim, ao Norte de Corumbá, um grande incêndio foi controlado e uma equipe de bombeiros permanece na área fazendo trabalho de rescaldo e monitoramento. O Exército apoia o combate em Bela Vista.

Carandazal
“Hoje a situação mais crítica permanece na região do Caradanzal”, informou a tenente-coronel Tatiane Dias. “Os focos estavam praticamente controlados e em monitoramento, após combates em mais de duas semanas, porém as mudanças climáticas são constantes, o vento mudou de direção e o fogo voltou a se propagar e a área destruída já é vem representativa. Reforçamos as equipes e contamos com o apoio aéreo”, acrescentou.
Em Bela Vista, na fronteira com o Paraguai, os bombeiros combatem incêndios nas regiões do Lixão, Fazenda Rancherinha, Estrada Boiadeira, Aeroporto, Trevo da Cerâmica e Aldeia Pirakuá, com emprego de 20 militares. O Exército apoia a ação com 125 homens, veículos e equipamentos. A Defesa Civil Municipal, o Sindicato Rural e a empresa Calcário Oroytê cederam máquinas e caminhões-pipa.

Porto Murtinho
Em Porto Murtinho, a situação também é preocupante com o avanço do fogo nas propriedades rurais e nas margens das estradas e do Rio Paraguai. Oito equipes de bombeiros estão em ação nas fazendas Lucero Porã, Cristina, Quebracho Brasil, Itamoroty, Toro Peru, Santa Cecília e Santo Antônio, além da margem da BR-267. Em Água Clara, focos nas margens do Rio Verde e no Lixão foram controlados no domingo.
a manhã desta segunda-feira (23), uma guarnição do Corpo de Bombeiros foi deslocada para uma área próxima ao Frigorífico Caiman (abate e comercialização de carne de jacaré), a 20 km a leste de Corumbá pela BR-262. Há registro de vários focos. Na área urbana da cidade, mais de 60 ocorrências de pequenos incêndios foram registradas nas últimas 48 horas. Corumbá amanheceu com uma densa nuvem de fumaça originária também dos incêndios na Bolívia.

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS