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Bombeiros de MS realizam curso de Off Road para formar 100 novos condutores até julho

Mais 80 condutores devem ser formados nas próximas edições.

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28 de fevereiro de 2025

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DA REDAÇÃO / IDEST

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O Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul formou 20 novos condutores de viaturas em terreno fora da estrada, também chamado de off-road. Eles participaram da primeira edição do Estágio de Direção 4x4 (ED4x4) e a formatura aconteceu na última sexta-feira (21), na Diretoria de Proteção Ambiental (DPA), em Campo Grande. Mais 80 condutores devem ser formados nas próximas edições.

O curso foi realizado entre os dias 17 e 21 de fevereiro e faz parte da fase de preparação para a temporada de incêndios florestais. Durante esse período, os militares receberam instruções teóricas, que aconteceram na Academia de Bombeiros Militar (ABM), e instruções práticas, que foram realizadas em regiões com terrenos semelhantes aos abordados durante o curso, entre elas, a do Morro do Ernesto e da Fazenda Piana.

De acordo com o subdiretor da Diretoria de Proteção Ambiental do CBMMS, Major Eduardo Teixeira, o objetivo é que até julho sejam realizadas mais 4 edições do curso e, no total, formados 100 novos condutores operadores.

“Essa iniciativa é uma ação do Corpo de Bombeiros Militar, com investimentos do Governo do Estado, com foco em preparar nossas equipes para atuar no Pantanal, principalmente nas ações de combate a incêndios florestais e busca e resgate nessa região. Com isso, o foco é aumentar a vida útil dos equipamentos, que são investimentos públicos, com qualidade, com treinamento e com capacitação do nosso efetivo, chegando mais rápido até o local da ocorrência, garantindo menor tempo resposta e melhores condições de trabalho”, explicou.

Ele afirmou ainda que, nas próximas edições da formação, o treinamento deve incluir a condução dos veículos Auto Tanque (AT) e Auto Bomba Tanque Florestal (ABTF).

“Essa é a edição inicial, com uso de camionetes tipo pick-up e, posteriormente, iremos realizar a instrução utilizando também ATs e ABTFs, viaturas pesadas, 4x4, com o intuito de facilitar nossa logística e apoio em regiões de difícil acesso, no Pantanal”, disse.


Fotos: Cabo Paulon/CBM-MS

O curso teve um total de 50 horas-aula, e foram ministradas as disciplinas de introdução à condução em situação fora da estrada; veículos off-road: características e recursos; terrenos e obstáculos; legislação de trânsito para veículos de emergência; mecânica aplicada; recursos, bombas de incêndio e equipamentos ABTF; técnica e padronização de deslocamento em comboio; aplicação de recursos e equipamentos para a transposição de obstáculos; e prática de direção fora da estrada.

O subtenente Rodrigues Júnior, instrutor do curso, explicou como o estágio foi estruturado e quais foram os principais assuntos abordados.

“Na parte teórica, eles aprenderam as características dos veículos e tipos de terrenos que vão enfrentar. Como é uma preparação para a etapa de combate a incêndios florestais, e lá esses militares vão encontrar diversos tipos de terreno, abordamos as particularidades de cada um. Abordamos também as tecnologias disponíveis nas viaturas. Elas são muito importantes para que os militares possam ultrapassar esses tipos de terreno e os obstáculos que eles encontrarão. No segundo momento, eles viram tudo isso na prática, aplicando o conhecimento adquirido e usando todas essas tecnologias que os carros oferecem. São 50 horas-aula, mas eles saem com uma bagagem bem maior, considerando a experiência própria que esses militares já têm, somada a essa instrução. Só temos a ganhar, tanto o militar quanto a Corporação e a população”, finalizou.


Fotos: Cabo Paulon/CBM-MS

Parte do treinamento em off-road também contou com instruções ministradas por um engenheiro mecânico, o Tenente Maurício Ferreira. Ele compõe o efetivo do Corpo de Bombeiros e, durante o curso, orientou os outros militares sobre manutenção preventiva e principais diferenças de cada tipo de veículo utilizado pelo CBMMS.

“A corporação dispõe de vários tipos de viaturas e, por isso, os militares precisam conhecer e saber operar todas elas. É importante também conhecer os variados tipos de pneus, seja os próprios para terrenos fora da estrada ou os utilizados para todo tipo de terreno, além de outras questões técnicas que garantem mais segurança na utilização dos veículos e a conservação deles”, explicou.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS