quarta, 03 de junho, 2026
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Usando três aeronaves Air Tractor, três helicópteros, caminhões de combate a incêndio e dezenas de camionetes equipadas com kit pick-up, mochilas costais, sopradores e equipamentos de proteção individual, as guarnições de combate a incêndios florestais no Pantanal de Mato Grosso do Sul mantém o enfrentamento às chamas em diversas regiões no primeiro dia desta semana. Nas localidades onde os focos foram extintos, o monitoramento constante continua, tanto por meio de drones como por imagens de satélite na Sala de Situação, em Campo Grande.
Na madrugada de domingo (23), um intenso incêndio foi contido e apagado nas proximidades do Abobral, próximo à Estrada Parque Pantanal. Equipes especializadas em combate a incêndios florestais foram mobilizadas para a área adjacente, a fim de controlar as chamas de um incêndio detectado pelo centro de monitoramento em Campo Grande por meio de imagens de satélite.
Em outro ponto próximo da Estrada Parque Pantanal, na MS-228, às margens do Rio Areião, um incêndio surgiu também na madrugada. No local, estão empenhadas duas aeronaves Air Tractor do ICMBio e duas guarnições de combate a incêndio florestal, que estão trabalhando conjuntamente.
Uma guarnição do Corpo de Bombeiros Militar de MS se deslocou de barco até a região de Maracangalha - após acionamento pelo Sistema de Comando de Incidente (SCI), na Sala de Situação - e segue realizando o combate às chamas.
Combatentes estão a três dias tentando conter incêndio em Porto Murtinho, com o apoio de fazendeiros da região do Barranco Branco. Foi construído um aceiro de 10 km, com largura de 50 metros, e estão sendo realizados ataques diretos e indiretos às chamas, que seguem controladas caminhando para extinção dos focos.

Foto: Bruno Rezende
As Bases Avançadas Redário e São Lourenço monitoram um foco de incêndio no Pantanal de Mato Grosso, divisa com Mato Grosso do Sul. O incêndio no estado vizinho perdura naquela região há meses.
Já na área norte de Corumbá, os bombeiros seguem combatendo as chamas. Duas aeronaves Air Tractor estão trabalhando na região do linhão de energia em conjunto com o PrevFogo, para impedir que as chamas atinjam a rede de energia elétrica.
Na noite de sexta-feira (22) foram dispostas mais duasGuarnições de Combate a Incêndio Florestal, deslocados da capital Campo Grande com 2 caminhões (um Auto Tanque e um Auto Bomba Tanque Florestal) para ajudar nos combates às queimadas em Corumbá. As duas guarnições estão trabalhando nos focos da rodovia BR-262, próximo à ponte sobre o Rio Paraguai, somando esforços com os militares que já estavam no local.
A orientação do Corpo de Bombeiros Militar é para quem se deparar com fumaça em rodovias e estradas acionar a corporação pelo número 193 (chamada gratuita) e redobrar a atenção. Se a visibilidade estiver comprometida, o ideal é esperar em local seguro e não cruzar ou passar pela fumaça, para evitar acidentes.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS