quinta, 04 de junho, 2026
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O avanço da vacinação vem impactando nos números oficiais da Covid-19 em Mato Grosso do Sul. Indicadores importantes como casos, óbitos, internações e taxa de contágio tem apresentado estabilidade nas últimas semanas.
O fechamento dos dois últimos meses mostra uma diferença de mais de 50% para casos e também óbitos no Estado. O mês de julho de 2021 encerrou com registro de 645 óbitos no Estado. No comparativo com o mês anterior, que teve 1.312 mortes pela doença e foi o segundo mais letal de toda pandemia, a redução foi de 50,8%.
Com relação aos casos confirmados, julho teve 20.551 registros, enquanto junho detém o recorde de casos confirmados de toda a pandemia com 44.686. A queda de positivados de um mês para o outro foi de 54%.
A secretária adjunta da SES, Crhistinne Maymonne também destacou a queda nas internações entre leitos clínicos de UTI. "Tivemos redução de 32,2%. Passamos no dia 30 de junho de 842 para o dia 31 de julho a 571".
O secretário de saúde, Geraldo Resende foi cauteloso e afirmou que são números positivos, mas que a pandemia ainda não foi vencida. "É preciso muito cuidado, principalmente nas notícias que vêm de todas as partes do mundo. Hoje pela manhã mesmo, estava escutando em uma grande emissora nacional falando da decisão do governo chinês de confinar milhões de chineses, tendo em vista a variante Delta que está muito presente na China, e com números expressivos de casos. E nós estamos atentos a essa situação", declarou reforçando a importância da população se imunizar.
Conforme a última atualização do Vacinômetro, foram aplicadas 2.339.017 doses de vacina em Mato Grosso do Sul. Sendo o percentual da população do Estado com esquema vacinal completo de 33,23% até às 9h32 desta segunda-feira (02).

Vacinômetro do Portal MS
Balanço parcial divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), sobre a vacinação nos 13 municípios da região de fronteira que imunizou 94.215 pessoas com a vacina Janssen, já apontava redução de novos casos em comparação aos municípios que não participaram do estudo.
Boletim Covid
Boletim epidemiológico Covid divulgado nesta segunda-feira (02) pela SES confirma mais 280 casos de Covid e 7 óbitos em Mato Grosso do Sul.
Os cinco municípios com maior número de novos casos são: Campo Grande (+178), Costa Rica (+14), Corumbá (+13), São Gabriel do Oeste (+8) e Chapadão do Sul (+7).

Mato Grosso do Sul possui 6.086 casos ativos da doença em isolamento domiciliar e outros 522 em unidades hospitalares, sendo 208 em leitos clínicos e 314 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A taxa de ocupação de leitos UTI SUS por macrorregião de internação é de 84% em Campo Grande, 63% em Dourados, 63% em Três Lagoas e 56% em Corumbá.
Os pacientes que não resistiram à doença tinham idades entre 60 e 84 anos, e residiam em Campo Grande (5), Jateí (1) e Coxim (1).
Existem 91 amostras em análise no Lacen e laboratórios parceiros e 7.374 casos sem encerramento nos municípios.
Confira aqui o detalhamento do boletim epidemiológico desta segunda-feira, 2 de agosto.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS